Mário Moreno/ Fevereiro 6, 2018/ Purim

Decreto de morte

Revogando o decreto de morte

Nossa vida é vivida a partir de ciclos; ora estamos bem ora não. Há uma estreita conexão entre a nossa vida e a eternidade presente e não podemos viver sem considerar que o mundo espiritual está presente entre nós diariamente e por vezes é mais real que o nosso mundo físico.

Estamos nos aproximando de mais uma festa: Purim. Esta festa é conhecida como “A Festa da Rainha Ester” e celebrada de diversas formas. Mas, existe um componente central na festa que por vezes nos esquecemos: nós – Israel – fomos condenados à morte por um homem ímpio que trabalhou para convencer o rei Achaverosh a publicar um decreto contra os judeus!

Todo um “enredo” perpassa a situação que desemboca finalmente na confecção do decreto real. O que levou a isso: arrogância e ódio, dois ingredientes que trabalham junto com a finalidade de matar aqueles que não se curvam diante de homens que se consideram tão poderosos em si mesmos que desprezam não somente a vida como também ao Eterno! Tais pessoas preparam as situações e circunstâncias sempre embasados em sua premissa principal: a mentira. Eles não podem fazer nada a partir da verdade, pois esta atitude os impediria de alcançarem seus objetivos nefastos. Este foi o pano de fundo que ocorreu no livro de Ester, quando o Eterno precisou permitir que uma situação de morte chegasse ao ponto extremos a fim de que seus povo – aqui como um todo – pudesse em tender quem Ele é de fato.

As Escrituras nos declaram que os fatos transcorreram assim: “Depois destas cousas o rei Assuero engrandeceu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, e o exaltou; e pôs o seu lugar acima de todos os príncipes que estavam com ele. E todos os servos do rei, que estavam à porta do rei, se inclinavam e se prostravam perante Hamã; porque assim tinha ordenado o rei acerca dele; porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava. Então os servos do rei, que estavam à porta do rei, disseram a Mardoqueu: Por que traspassas o mandado do rei? Sucedeu pois que, dizendo-lhe eles isto de dia em dia, e não lhes dando ele ouvidos, o fizeram saber a Hamã, para verem se as palavras de Mardoqueu se sustentariam, porque ele lhes tinha declarado que era judeu. Vendo, pois, Hamã que Mardoqueu se não inclinava nem se prostrava diante dele, Hamã se encheu de furor. Porém em seus olhos teve em pouco o pôr as mãos só em Mardoqueu (porque lhe haviam declarado o povo de Mardoqueu); Hamã pois procurou destruir a todos os judeus que havia em todo o reino de Assuero, ao povo de Mardoqueu” Et 3.1-6.

O orgulho e a arrogância – que parecem tão naturais em alguns homens – aqui chegam ao ponto extremo transformando-se em ódio a ponto de haver todo um “trabalho” no sentido de atingir o objeto de seu ódio: os judeus! Neste ponto nos perguntaríamos: “Por que os judeus são tão odiados no decorrer dos tempos chegando isso até os nossos dias?” A resposta está na própria Bíblia: “O IHVH não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos: Mas porque o IHVH vos amava, e para guardar o juramento que jurara a vossos pais, o IHVH vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito. Saberás pois que o IHVH teu Elohim é Elohim, o Elohim fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos” Dt 7.7-9. A resposta é: amor não se explica se vive. E Israel tem sido alvo do amor do Eterno desde a fundação do mundo até os nossos dias. Ele tem amado os judeus também por causa de sua obediência À Sua Palavra e isso faz toda a diferença no final.

O ódio de Haman contra os judeus desemboca na confecção de um decreto mortal que dizia:

“Então chamaram os escrivães do rei no primeiro mês, no dia treze do mesmo, e conforme a tudo quanto Hamã mandou se escreveu aos príncipes do rei, e aos governadores que havia sobre cada província e aos principais de cada povo; a cada província segundo a sua escritura, e a cada povo segundo a sua língua; em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou. E as cartas se enviaram pela mão dos correios a todas as províncias do rei, que destruíssem, matassem, e lançassem a perder a todos os judeus desde o moço até ao velho, crianças e mulheres, em um mesmo dia, a treze do duodécimo mês (que é mês de adar), e que saqueassem o seu despojo. Uma cópia do escrito para que se proclamasse a lei em cada província, foi enviada a todos os povos, para que estivessem preparados para aquele dia. Os correios, pois, impelidos pela palavra do rei, saíram, e a lei se proclamou na fortaleza de Susã; e o rei e Hamã se assentaram a beber; porém a cidade de Susã estava confusa” Et 3.12-15.

O decreto satânico havia sido promulgado e agora as ordens reais eram de que o decreto fosse espalhado pelo reino de Achaverosh. A confusão e o medo então se instalam no reino e já há um burburinho e uma ansiedade por parte de muitos para que aquele dia chegue e os judeus finalmente sejam mortos! Quantos receberam aquele decreto com alegria e júbilo! Eles certamente disseram: “Agora a “praga” dos judeus será finalmente extinta entre nós!” Enquanto por outro lado havia o medo, a angústia e o sofrimento de ver que a cada dia que passava eles teoricamente teriam um dia a menos de vida, pois neste caso, literalmente seus dias estavam contados!

Isso parece somente uma história que ocorreu com o povo de Israel, mas ela é real em nossos dias, pois quantos trabalham para “por a perder” os judeus e os crentes e quantos planos são rigorosamente feitos e detalhados no inferno para que todos possamos morrer… E em meio a tudo isso decretos de morte com a data marcada são emitidos nos tribunais infernais contra os servos do Eterno. O adversário marcou o dia em que ele gostaria de nos matar e até já preparou o plano e cuidadosamente posicionou as pessoas que serão utilizadas para que isso ocorra.

Quando o decreto foi publicado, então um judeu desconhecido chamado Mordechai entra em cena para que a questão se resolva: ele entra em estado de humilhação total! Ele age em coerência com a Palavra que diz: “Portanto humilhai-vos debaixo da poderosa mão de Elohim, para que, quando for tempo, vos exalte” I Pe 5.6. O livro de Ester nos conta como isso aconteceu e o resultado de sua atitude: “Quando Mardoqueu soube tudo quanto se havia passado, rasgou Mardoqueu os seus vestidos, e vestiu-se de um saco com cinza, e saiu pelo meio da cidade, e clamou com grande e amargo clamor; e chegou até diante da porta do rei; porque ninguém vestido de saco podia entrar pelas portas do rei. E em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegava, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos estavam deitados em saco e em cinza. Então vieram as moças de Ester, e os seus eunucos, e fizeram-lhe saber, do que a rainha muito se doeu; e mandou vestidos para vestir a Mardoqueu, e tirar-lhe o seu saco; porém ele os não aceitou. Então Ester chamou a Hataque (um dos eunucos do rei, que este, tinha posto na presença dela) e deu-lhe mandado para Mardoqueu, para saber, que era aquilo, e para quê” Et 4.1-5.

Agora, algo precisa ser feito. É necessária uma intervenção direta na fonte, o rei que havia permitido que este decreto fosse emitido. Ester é chamada para tal intervenção e Mordechai lhe explica o motivo de ela estar na casa real: “Então disse Mardoqueu que tornassem a dizer a Ester: Não imagines em teu ânimo que escaparás na casa do rei, mais do que todos os outros judeus. Porque se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento doutra parte virá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? Então disse Ester que tornassem a dizer a Mardoqueu: Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas moças também assim jejuaremos; e assim irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei; e, perecendo, pereço. Então Mardoqueu foi, e fez conforme a tudo quanto Ester lhe ordenou” Et 4.13-17. Mais uma vez a morte ronda a vida dos judeus… Agora a própria rainha poderá perecer, pois precisa arriscar sua vida para intervir para salvar a vida de todo o seu povo! Os momentos que antecedem este encontro são vividos em jejum e oração, não para que os judeus recebam bênçãos materiais, mas o jejum de Ester está ligado à vida e ao livramento! Ela precisa entrar na presença do rei, mas não pode. Sua aparição repentina e sem permissão poderá resultar numa punição que lhe trará a morte. O que dirá o rei Achaverosh quando vir a sua rainha diante dele sem ser chamada por ele? Ele já havia punido Vasti por muito menos, o que faria agora?

Mas a humilhação, a oração e o jejum de todo um povo chegou às regiões celestiais, mas precisamente chegaram ao trono de glória do Eterno, que imediatamente ordena aos seus mensageiros celestiais que operem na vida de Achaverosh e quando Ester entrar na presença dele a sua surpresa seja tão grande que ele deseje tê-la ao seu lado e lhe estenda o cetro real. A eternidade já estava se movendo para que o povo de Israel recebesse seu livramento, pois quando a rainha escapa da morte todo o seu povo já estava ali com ela recebendo o livramento conjuntamente! Aleluia! O decreto de morte para a rainha já tinha sido revogados nos céus e consequentemente haveria a revogação do outro decreto contra todo o povo de Israel!

Mas a histórica continua com a expectativa de Haman em colocar em prática seu plano, mas ele mal sabia que sua derrota já fora decretada nos céus! Aleluia! A Escritura nos mostra pequenos sinais que mostram que a derrota dos inimigos dos judeus já era iminente.

O primeiro sinal é quando Haman manda construir uma forca para Mordechai. Novamente seu orgulho e arrogância ficam demonstrados aqui, pois ele certamente disse aos seus vizinhos que aquela forca seria para seu MAIOR inimigo, Mordechai. O livro de Ester nos conta que: “E contou-lhes Hamã a glória das suas riquezas e a multidão de seus filhos, e tudo em que o rei o tinha engrandecido, e aquilo em que o tinha exaltado sobre os príncipes e servos do rei. Disse mais Hamã: Tão pouco a rainha Ester a ninguém fez vir com o rei ao banquete que tinha preparado, senão a mim; e também para amanhã estou convidado por ela juntamente com o rei. Porém tudo isto me não satisfaz, enquanto vir o judeu Mardoqueu assentado à porta do rei. Então lhe disse Zeres, sua mulher, e todos os seus amigos: Faça-se uma forca de cinquenta côvados de altura, e amanhã dize ao rei que enforquem nela Mardoqueu, e então entra alegre com o rei ao banquete. E este conselho bem pareceu a Hamã, e mandou fazer a forca” Et 5.11-14.

O segundo sinal é físico e claro como um dia de sol: o seu orgulho faz com que ele mesmo seja encarregado de honrar Mordechai! Novamente o livro de Ester nos conta que: “E, entrando Hamã, o rei lhe disse: Que se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada? Então Hamã disse no seu coração: De quem se agradará o rei para lhe fazer honra mais do que a mim? Pelo que disse Hamã ao rei: O homem de cuja honra o rei se agrada, Traga o vestido real de que o rei se costuma vestir, monte também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça; E entregue-se o vestido e o cavalo, à mão dum dos príncipes do rei, dos maiores senhores, e vistam dele aquele homem de cuja honra se agrada; e levem-no a cavalo pelas ruas da cidade, e apregoe-se diante dele: Assim se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada! Então disse o rei a Hamã: Apressa-te, toma o vestido e o cavalo, como disseste, e faze assim para com o judeu Mardoqueu, que está assentado à porta do rei; e cousa nenhuma deixes cair de tudo quanto disseste” Et 6.6-10.

O terceiro sinal é uma profecia “caseira” que mostra que o mal sobre Haman já estava determinado e que ele seria derrotado de fato por Mordechai e pelos judeus: “E contou Hamã a Zeres, sua mulher, e a todos os seus amigos, tudo quanto lhe tinha sucedido. Então os seus sábios, e Zeres, sua mulher lhe disseram: Se Mardoqueu, diante de quem já começaste a cair, é da semente dos judeus, não prevalecerás contra ele, antes certamente cairás perante ele” Et 6.13.

Estas três evidências nos mostram que a derrota dos inimigos de Israel é plena, nas três áreas: corpo, alma e espírito! Não há como negar que tudo já apontava para a derrota dos inimigos de Israel e eles mesmos já declaravam a sua derrota. Por isso vemos que o pior ainda estava por vir para eles e antes de Purim o mal se abateria contra aqueles que se levantaram para destruir ao povo de Israel.

Você que lê ete artigo agora quero dizer-lhe algo: TODOS aqueles que se levantaram contra você para lhe destruir já estão com seus dias contados! Certamente você não está vendo as evidências da derrota deles assim como Mordechai também não conseguiu ver tudo de forma clara, mas creia que antes da festa de Purim você VERÁ seus inimigos totalmente derrotados, fechando assim um ciclo em sua vida e demonstrando aos que estão ao seu redor quão grande é o amor do Eterno em tua vida e que você também é parte do povo de Israel! Creia!

Vamos ao ápice dos acontecimentos: o decreto de morte se vira contra seu autor e aos judeus é dada a chance de defenderem-se e lutarem por suas próprias vidas. O texto de Ester nos fala assim: “Então respondeu a rainha Ester, e disse: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu requerimento. Porque estamos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e lançarem a perder; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não recompensaria a perda do rei. Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é esse? E onde está esse, cujo coração o instigou a fazer assim? E disse Ester: O homem, o opressor, e o inimigo, é este mau Hamã. Então Hamã se perturbou perante o rei e a rainha. E o rei no seu furor se levantou do banquete do vinho para o jardim do palácio; e Hamã se pôs em pé, para rogar à rainha Ester pela sua vida; porque viu que já o mal que lhe era determinado pelo rei. Tornando pois o rei do jardim do palácio à casa do banquete do vinho, Hamã tinha caído prostrado sobre o leito em que estava Ester. Então disse o rei: Porventura quereria ele também forçar a rainha perante mim nesta casa? Saindo esta palavra da boca do rei, cobriram a Hamã o rosto. Então disse Harbona, um dos eunucos que serviam diante do rei: Eis que também a forca de cinquenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara para bem do rei, está junto à casa de Hamã. Então disse o rei: Enforcai-o nela. Enforcaram pois a Hamã na forca, que ele tinha preparado para Mardoqueu. Então o furor do rei se aplacou” Et 7.3-10.

Este texto nos traz algumas coisas que são surpreendentes e gostaria de destacar a “surpresa” do rei ao saber que sua rainha estava condenada à morte e ainda que o seu possível algoz estava ali também. E outro detalhe importante: a lei do retorno é aplicada aqui de forma maravilhosa, pois a forca feita por Haman para Mordechai agora é usada para punir a ele mesmo, ou seja, “tudo o que o homem plantar isso ele colherá”. Não há como escapar desta lei divina, portanto cuide-se!

Agora o decreto de morte já se voltou contra o algoz do povo de Israel, mas ainda existe um decreto em vigor e contra esse decreto precisamos nos defender a cada dia e quando chegar em Purim então certamente receberemos todas as recompensas que o Eterno tem para nós, em primeiro lugar a vida e depois as demais coisas que chegam como “acréscimo”. Novamente o livro de Ester nos relata o fim desta batalha dizendo: “E no mês duodécimo, que é o mês de adar, no dia treze do mesmo mês em que chegou a palavra do rei e a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus esperavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, porque os judeus foram os que se assenhorearam dos seus aborrecedores. Porque os judeus nas suas cidades, em todas as províncias do rei Assuero, se ajuntaram para pôr as mãos naqueles que procuravam o seu mal; e nenhum podia resistir-lhes, porque o seu terror caiu sobre todos aqueles povos. E todos os maiorais das províncias, e os sátrapas, e os governadores, e os que faziam a obra do rei, auxiliavam os judeus porque tinha caído sobre eles o temor de Mardoqueu. Porque Mardoqueu era grande na casa do rei, e a sua fama saía por todas as províncias; porque o homem Mardoqueu se ia engrandecendo. Feriram pois os judeus a todos os seus inimigos, a golpes de espada, e com matança e com destruição; e fizeram dos seus aborrecedores o que quiseram” Et 9.1-5.

Agora o temor da morte e destruição transforma-se em uma luta que traz a vitória aos judeus! Quero dizer-lhe que a sua luta certamente culminará com a tua vitória sobre aqueles que, mesmo depois da morte de seu principal inimigo ainda quiserem te atacar estes também perecerão!

E finalmente terminaremos este ciclo da seguinte forma: “Sucedeu isto no dia treze do mês de adar; e repousaram no dia catorze do mesmo, e fizeram daquele dia dia de banquetes e de alegria. Também os judeus, que se achavam em Susã se ajuntaram nos dias treze e catorze do mesmo; e repousaram no dia quinze do mesmo, e fizeram daquele dia dia de banquetes e de alegria. E também os judeus das aldeias, que habitavam nas vilas, fizeram do dia catorze do mês de adar dia de alegria e de banquetes, e dia de folguedo, e de mandarem presentes uns aos outros. E Mardoqueu escreveu estas cousas, e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto, e aos de longe, ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de adar, e o dia quinze do mesmo, todos os anos. Como os dias em que os judeus tiveram repouso dos seus inimigos; e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de folguedo; para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e dádivas aos pobres” Et 9.17-22.

Assim chegaremos em Purim: com júbilo e alegria, distribuindo presentes aos nossos amados e com uma certeza: o tempo da nossa morte ainda não é agora! Apesar dos decretos infernais contra nós o Grande Rei Ieshua decretou que teremos mais uma ano de vida não somente para trabalharmos em sua obra mas também para nos alegrarmos com os grandes milagres do Eterno!

Que este Purim seja assim para você, pois estamos vivendo justamente isso em nossos dias e aguardamos agora somente o dia de nossa grande alegria! Baruch há Shem!

Mário Moreno.