As Filhas de Zelofeade: Uma Abordagem Histórico-Geográfica
Os óstracos de Samaria e uma análise detalhada de versículos bíblicos nos ajudam a localizar Machla, Noa, Hogla, Milca e Tirza no território de Manassés.
Logo após a realização de um censo da geração do deserto (Nm 26), que lista as várias famílias que herdariam terras, Moshe é procurado por cinco irmãs, filhas do falecido Zelofeade:
Nm 27:1 Aproximaram-se as filhas de Zelofeade — filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, filho de Iosef, das famílias de Manassés. Os nomes de suas filhas eram Machla, Noa, Hogla, Milca e Tirza. 27:2 Elas apresentaram-se diante de Moshe, do sacerdote Eleazar, dos chefes e de toda a assembleia, à entrada da Tenda do Encontro, e disseram: 27:3 “Nosso pai morreu no deserto… e não deixou filhos homens.
27:4 Por que o nome de nosso pai deveria desaparecer de seu clã só porque ele não teve filho homem? Dai-nos uma propriedade entre os parentes de nosso pai!”

Aqui, as mulheres são motivadas pelo desejo de perpetuar o nome de seu pai — isto é, garantir que o território de Zelofeade exista e perdure no futuro. Assim, elas pleiteiam receber a terra que ele deveria ter herdado.[1] Moshe consulta a D-us, e o pedido delas estabelece um precedente oficial: quando um pai não deixa descendência masculina, as filhas devem herdar a parte da família.
A história prossegue em Nm 36.1-12, quando os gileaditas — parte da tribo de Manassés — expressam a preocupação de que, ao se casarem, os maridos e filhos dessas mulheres herdariam a terra, fazendo com que ela passasse a integrar o território de outra tribo. Moshe acolhe essa preocupação e acrescenta a exigência de que as filhas de Zelofeade se casem com homens de sua própria tribo, para que a terra tribal permaneça na mesma tribo. O desfecho da história é narrado em Josué 17, após a conquista da Terra de Israel, quando as filhas comparecem diante de Josué e do sacerdote Eleazar para reivindicar a herança que lhes fora prometida:
Js 17:4 …Assim, conforme as instruções de IHVH, foi-lhes concedida uma porção entre os parentes de seu pai. 17:5 Couberam a Manassés dez distritos, além das terras de Gileade e Basã, situadas do outro lado do Jordão. 17:6 As filhas de Manassés herdaram uma porção nessas terras juntamente com os filhos dele, enquanto a terra de Gileade foi destinada ao restante dos descendentes de Manassés.
A história das filhas de Zelofeade e seu pleito por direitos iguais de herança na sociedade patriarcal do Israel bíblico (Nm 27.1–7) tem suscitado muitos debates entre os estudiosos modernos, refletindo o interesse contemporâneo pela história dos direitos das mulheres.[2]
Em vez de me concentrar nessas questões importantes, explorarei o aspecto histórico-geográfico do texto: visto que nomes pessoais de ancestrais epônimos frequentemente representam áreas geográficas, será possível identificar a localização de Machlá, Noa, Hogla, Milca e Tirza? Defendo a tese de que a história reflete a realidade histórica de cinco localidades associadas às irmãs — situadas nas proximidades umas das outras — desde o período da fixação em Canaã até a conquista do Reino do Norte de Israel pelos assírios, no século VIII.[3]
Identificação de Sítios (lugares) Antigos
Historiadores geógrafos utilizam quatro princípios básicos para identificar sítios bíblicos:
• Topônimos árabes — A preservação de nomes de lugares bíblicos na língua árabe vernácula. Esse princípio foi proposto pela primeira vez no início do século XIV pelo rabino Estori Haparhi em sua obra monumental, “Kaphtor vaPherah”.[4]
• Topografia — A importância da topografia, observando-se especialmente as fronteiras naturais e as redes viárias moldadas por montanhas, rios e “wadis” (leitos de rios secos). Em outras palavras, se uma narrativa bíblica descreve um lugar situado em uma colina próxima a um riacho ou ao longo da costa marítima, podemos buscar locais atuais que atendam a esses critérios.
• Documentos — A concordância e o esclarecimento proporcionados por fontes escritas, sejam elas a Bíblia e documentos antigos contemporâneos, ou mesmo textos de períodos posteriores, como, por exemplo… o mosaico de Rehov, do século VI d.C., mencionado abaixo.
• Arqueologia — Corroboração arqueológica: isto é, achados materiais de um sítio devem ser datados do mesmo período atribuído pelas fontes escritas para assegurar sua identidade.
Com esses princípios em mente, podemos iniciar a busca, passando das identificações mais óbvias para as mais complexas.
Tirza
Tirza é uma cidade mencionada várias vezes na Bíblia, já como um sítio cananeu conquistado por Josué (12.24). Seu nome pode ser um anacronismo. Mais significativamente, foi a capital do Reino do Norte de Israel na época de Jeroboão I, até que Onri construiu Samaria (I Rs 14.17; 15.21; 16.17). Por exemplo:
I Rs 15.33 No terceiro ano do reinado de Asa, rei de Judá, Baasa, filho de Aías, tornou-se rei em Tirza sobre todo o Israel — por vinte e quatro anos.
A cidade foi identificada com Tel el-Far’ah (Norte), um sítio escavado por Roland de Vaux de forma intermitente entre 1946 e 1960.[5]
Ela se situa em posição de destaque na cabeceira do Wadi Far’ah, que desce em direção ao Vale do Jordão, terminando perto da ponte Damieh (a cidade bíblica de Adão – Js 3.16). Viajantes vindos do nordeste atravessavam o Jordão neste ponto e subiam por este “wadi” a caminho de Siquém; é provável que seja isso que Gênesis retrata nas histórias da entrada de Avraham e Ia´aqov na terra (Gn 12.6; 33.18).
As evidências arqueológicas mostram que Tirza caiu diante dos assírios e tornou-se sua base de operações durante a conquista do Reino do Norte, em 722 a.C. Os habitantes israelitas da cidade foram levados ao exílio pelos assírios e perderam-se para sempre.
Machla
O nome “Machla” (Mahlah) provavelmente remete ao local bíblico de Abel-Meolá (Jz 7.22; I Rs 4.12; 19.16), situado no vale do Jordão.[6] A primeira parte do nome, “Abel”, é utilizada como um determinativo — isto é, um termo acrescentado para especificar melhor a localização. Nesse caso, “Abel” é um termo hebraico antigo para “riacho” que sobreviveu apenas como elemento toponímico (ou seja, restrito a nomes geográficos); ele indica que Meolá (Tel Abû Sûs) situa-se “junto à água” — referindo-se, neste contexto, ao rio Jordão ou, possivelmente, ao “Wadi el-Malih”, que pode preservar o nome “Meolá” sob uma forma com metátese.[7]
Um nativo importante desta cidade foi Adriel, o meolatita (I Sm 18.19) — filho de Barzilai (II Sm 21.8) e marido de Merabe, filha de Saul (I Sm 18.19).[8] Outro nativo foi o profeta Eliseu (I Rs 19.16).
Os Óstracos de Samaria: Hogla e Noa
Entre 1910 e 1912, a Universidade de Harvard realizou escavações em Sebastia — a antiga Samaria (“Shomron”), capital do Reino do Norte de Israel desde a sua fundação por Onri até a destruição do reino. Foram descobertos 63 registros escritos a tinta, em caracteres paleo-hebraicos, sobre fragmentos de cerâmica. Publicados em 1924, ficaram conhecidos como os óstracos de Samaria. Essa descoberta sensacional lança nova luz sobre os clãs de Manassés e, especialmente, sobre os descendentes das filhas de Zelofeade.
Essa coleção divide-se em dois grupos, de acordo com a fórmula de datação que indica os anos de reinado 9-10 ou 15-17 de um ou mais reis desconhecidos de Israel do Norte. Os estudiosos datam esses registros ou do reinado de Joás ou, mais provavelmente, do de Jeroboão II, por volta de 780 a.C. Essas inscrições concisas fornecem informações sobre a administração real e sobre a arrecadação e distribuição de impostos.
Alguns dos nomes israelitas inscritos aludem a crenças religiosas heterodoxas. Por exemplo, há o uso do título “Baal” para se referir ao D-us de Israel (ver Os 2.18-19) ou a presença do nome incomum “Egelyo” (“o bezerro de D-us”), provavelmente uma alusão aos santuários locais de Betel e Dã; esses registros também revelam detalhes sobre o dialeto hebraico falado no Reino do Norte.
Os contribuintes são, por vezes, registrados com informações adicionais — como a aldeia e a afiliação ao clã — além de seus nomes. Felizmente, os clãs mencionados nos óstracos correspondem aos nomes de cinco clãs de Manassés situados a oeste do Jordão (Cisjordânia), conforme conhecidos na Bíblia — (Avi)ezer, Heleque, Asriel, Siquém e Semida (Nm 26.30–32) — bem como aos nomes de duas das filhas de Zelofeade: Noa e Hogla.
Noa
Noa é mencionada nos óstracos de Samaria (n.º 50):

O texto do óstraco diz: “No ano 15, para Gômer, de Noa; Obadias, para Abias”.
Como o óstraco não fornece nenhuma referência geográfica, tudo o que sabemos é que, nesse período, Manassés possuía um clã chamado Noa, mas não sabemos onde ele estava localizado. Hoglah
Outro clã irmão, Hoglah, é mencionado em dois óstracos (nº 45, 47), juntamente com um contribuinte da aldeia de יצת (yṣt). Este texto está rachado e seu lado direito está faltando, mas pode ser reconstruído com base em fórmulas recorrentes que aparecem em outros óstracos:

“[No 15º ano, de H]ogla[h], para Hanan. Baara de […], de Yeset”
Praticamente todos os geógrafos históricos identificaram Yeset com a atual aldeia árabe de Yasid, localizada na estrada que atravessa Samaria, de Jaba a Ein Bidan. A inclusão conjunta de Hoglah e Yeset no documento fiscal é geralmente explicada pelo fato de que a aldeia de Yeset estava situada no território de Hoglah.
Identificando Milkah
Temos, assim, informações geográficas sobre três das localidades irmãs: Tirzah, Machlah (Abel-Meolá) e Hoglah (perto de Yeset/Yasid). Quanto a Noa, não dispomos de informações geográficas.
A quinta irmã, Milkah, não corresponde ao nome de nenhuma cidade ou aldeia conhecida, nem aparece nos Óstracos de Samaria; por isso, sua identificação é objeto de controvérsia. Vários estudiosos a identificaram com Khirbet Mirkah — nome de sonoridade semelhante — nas proximidades de Tel Dotan, no norte de Samaria.
Essa identificação, defendida por Arye Bornstein,[9] sugeriria uma vasta herança para a descendência de Zelofeade no norte e no oeste de Manassés (כל ארץ חפר [1 Reis 4.10] “Eretz-Hepher” — “A Terra de Hepher”, na terminologia de Bornstein), relativamente distante dos outros territórios identificáveis. Sugiro, portanto, que Milkah deva ser buscada mais ao sul, próxima aos territórios identificados de Hoglah e Tirzah.[10]
Meu raciocínio baseia-se em alguns pontos-chave:
1. Yeset e Hoglah — Observamos anteriormente que Yeset, identificada com a aldeia de Yasid, situa-se no território de Hoglah.
2. Hod e Milkah — O Cronista (1 Crônicas 7:14–19) informa-nos que o primeiro “descendente” de HaMolekhet, uma variante do nome Milkah,[11] é Ish-Hod. O primeiro termo, “Ish”, certamente não faz parte do nome do clã, e a expressão significa “os homens de Hod”. Hod, portanto, situa-se no território de Milkah.
3. Hod e HaYehud — O óstraco nº 51 lista Aha HaYehud[i], isto é, Aha, o Yehudita, como um contribuinte local. Sugiro que Yehud seja identificado com a localidade de Hod mencionada em Crônicas.[12]

“No décimo ano para… Aha, o Judita…”
4. Nebi Yehudah e Yeset — Yigael Yadin propôs que “HaYehud” se referia a um local conhecido no período bizantino como Kfar Yehudit. O nome preserva-se no sítio árabe ou “weli” chamado (Nebi) Yehuda, a leste de Yeset, de Hoglah.[13]
Combinando todas essas informações, Hod — parte das propriedades de Milkah — deve localizar-se próximo a Yeset, parte das propriedades de Hoglah, de modo que os dois clãs irmãos estivessem situados um perto do outro.
O Mosaico de Rehov
Uma evidência adicional que corrobora essa sugestão quanto à localização de Milkah provém do mosaico de Rehov, datado do século VI d.C., encontrado nos campos do Kibutz Ein Hanatziv, no vale de Bete-Seã, e publicado em 1973. O mosaico contém a versão mais antiga conhecida de passagens da Tosefta e do Talmude de Jerusalém, codificados em Tiberíades, a cerca de 30 km ao norte de Bete-Seã. As três últimas linhas constituem um adendo:
Estas são as aldeias permitidas no distrito de Sebaste.[14]
Isso se refere a cidades onde é permitido consumir alimentos geralmente restritos por terem sido cultivados durante o ano sabático ou por não terem sido objeto de dízimo.[15] No período bizantino, essas pequenas localidades à beira da estrada eram habitadas por gentios ou samaritanos, estando, portanto, isentas de tais restrições — nos termos da inscrição, seus alimentos são “permitidos”. Os dezoito ou dezenove locais listados — a maioria dos quais pode ser identificada por meio de topônimos árabes atuais — situam-se na via circular que atravessa o distrito administrativo de Sebaste.[16] Um aspecto de nosso interesse é que, nesta lista, Yeset e Kfar Yehudit aparecem como adjacentes.
Ao considerarmos a topografia da região, observamos que os territórios de Hoglah, Milkah e Tirzah estão situados na encosta oriental escalonada da colina de Samaria: Hoglah a cerca de 675 metros de altitude, Yehudit a cerca de 425 metros e Tirzah a cerca de 175 metros. Essas porções territoriais seguem a mesma ordem em que são tipicamente enumeradas na Bíblia: Hoglah, Milkah e Tirzah.
Assim, é muito provável que o território de Milkah estivesse situado entre os de suas irmãs de clã, Hoglah e Tirzah. Juntamente com as heranças de Machlah (Abel-Meholá, no Vale do Jordão) e Noa (localização desconhecida), esses territórios formam uma faixa contígua de terra que se estende do Vale do Jordão até as encostas ocidentais de Samaria, situando-se ao norte do Wadi el-Murashi, que os separava dos clãs masculinos de Manassés — os chamados “tios” mencionados anteriormente.

Cinco Filhas: Cinco Localizações Geográficas
Respondendo à nossa pergunta inicial sobre as realidades histórico-geográficas subjacentes à história das filhas de Zelofeade: de fato, a narrativa reflete um agrupamento real de assentamentos no Reino do Norte de Israel, composto por clãs ou cidades que ostentavam esses nomes. Dados bíblicos, epigráficos, geográficos e arqueológicos convergem aqui, preenchendo muitas lacunas e oferecendo-nos um panorama da ocupação manassita até a destruição do Reino do Norte e o exílio de muitos de seus habitantes, no final do século VIII a.E.C. Esses clãs, bem como os vínculos entre eles, foram preservados na memória judaica por meio da história de Zelofeade, filho de Héfer, e de suas cinco filhas.
1. Os rabinos (veja o comentário de Rashi) acrescentaram outra motivação: o amor e o vínculo delas com a Terra de Israel, conceito definido pelo termo hebraico “ḥibbat Eretz-Yisrael” (o amor pela Terra de Israel).
2. Veja, por exemplo, Zaphira Ben Barak, “פרשת בנות צלפחד בזיקה לתעודה חדשה מנוזי” [O Caso das Filhas de Zelofeade à Luz de um Novo Documento de Nuzi], em שנתון למקרא ולחקר המזרח הקדום [Shnaton: Um Anuário de Estudos Bíblicos e do Antigo Oriente Próximo] (1978): 116–123.
3. Yohanan Aharoni, “The Land of the Bible: A Historical Geography” (edição revisada e ampliada; Filadélfia, Westminster Press, 1979), 356-368; Anson F. Rainey, “The Sacred Bridge” (Jerusalém, Carta, 2006), 221-222.
4. “Pois a terra permanece para sempre, juntamente com a maioria dos nomes, e a mudança nos nomes é muito pequena”; “Pois digo-vos, a respeito dos nomes de aldeias e rios registrados nas escrituras sagradas — tanto as escritas quanto as orais —, que pouco mudou em seus nomes entre os ismaelitas”; citado em Yoel Elitzur, “Ancient Place Names in the Holy Land – Preservation and History” (Jerusalém/Winona Lake, 2004), 1.
5. Alexander H. Joffe, “Tel el Far`ah (north)”, em Eric M. Meyers (ed.), “The Oxford Encyclopedia of Archaeology in the Near East”, vol. 2 (Oxford/Nova York, Oxford University Press, 1997), 303-304.
6. Aharoni, “op. cit.”, p. 313.
7. Elias, o gileadita, “atravessou” [o rio Jordão] para ungir Eliseu, que era de Abel-Meolá, o que aponta para a proximidade da cidade em relação a esse corpo d’água depois (IRs 19.16-21).
8. II Sm 21.8 casa com Mical em vez de Meirav.
9. Arye Bornstein, “A Economia do Território Manassita à Luz da Samaria Ostraca”, em Zev H. Erlich e Yaacov Eshel (eds), Judea and Samaria Research Studies (Jerusalém, 1992), vol.1, p.91 (hebraico)
10. Aaron Demsky, “As Genealogias de Manassés e a Localização do Território de Milkah, a Filha de Zelophehad”, Eretz-Israel 16 (1982): 70–75 [Hebraico].
11. Para obter mais informações sobre este texto, consulte meu livro “The Chronicler’s Genealogy of Manasseh”, TheTorah.com (2019, no prelo).
12. Observe a flexibilidade deste nome nos nomes dos clãs da Judéia I Crônicas 2:47: יהדי; 4, 18: אשתו היהדיה; 4,19: אשת הודיה.
13. Yigael Yadin, “Aha of Yahud”, Boletim da Sociedade de Exploração de Israel 16 (1951): 61–63 [hebraico].
Observe a tendência árabe de identificar estes nomes com figuras bíblicas. Veja também a cidade vizinha Nebi Lawin, ou seja, Levi, embora provavelmente tenha o nome de Lívia, esposa de Augusto César.
14. A lista continua com:
איקבין וכפר כסדיה וציר ואזילין ושפירין ועננין ובלעם עלייתה ומזחרו ודותן וכפרמייה ושילתה ופנטאקומוותא לבייה ופרדיסלייה ויצת וארבנורין וכפר יהודית ומונרית ופלגה דשלאף
15. Aaron Demsky, “As Aldeias Permitidas de Sebaste no Mosaico de Rehob”, IEJ 29, pp. (Uma versão abreviada em hebraico foi publicada em “Qadmoniot” 11 (1979), fascículos 42-43, pp. 75-77.)
16. A lista segue o sentido anti-horário. Os sítios nº 11 a 18 abrangem a parte sul deste distrito e sobrepõem-se à área proposta que foi concedida às irmãs no período bíblico. Esses sítios bizantinos incluem Shelata (Silaat ad-Dahr), Pentakomwatah (el-Fundakomiyeh), Leviah (Nebi Lawin), Pardeseliah (Khirbet el Faresiyeh), Yeset (Yasid), Arbarnurin (sem identificação) e Kfar Yehudit (Kh. Yehudah).
Tradução: Mário Moreno.

