Natal?

Natal?

Natal? A comercialização do Natal Noite Feliz, noite feliz…. O Natal devia ser uma época de sonho, de alegria, de auto-doação, de caridade, en­fim, de felicidade. Devia ser uma época em que todas as pessoas pensassem ape­nas em ser boas, em ajudarem os outros, em sorrirem, em falarem palavras doces, em serem amáveis. A ocupação principal dos cristãos deveria ser cantar hinos de louvor ao Eterno pelo nascimento de Ieshua, lerem a história desse maravilhoso acon­tecimento que mudou o curso da história a huma­nidade, e agradecerem ao Eterno pelo Maior Presente que a humani­dade já recebeu – a própria pessoa de IESHUA. Este deveria ser o “espírito” desta festa, ainda que comemorada da forma errada, pois Ieshua não nasceu no dia 25 de dezembro! Quando me refiro ao “espírito” da Festa estou falando da intenção de coração com que não somente esta data, mas qualquer celebração deveria acontecer, pois o motivo de uma celebração é a alegria! Sem alegria a celebração não existe! Então para os verdadeiros “crentes” esta celebração deveria ser abolida, pois ela não está registrada nas Escrituras e nem na história dos primeiros judeus crentes no Ungido, mas falaremos disso mais adiante. Houve tempos em que o Natal era assim, todos se preparavam, durante o mês de dezembro, para comemorar o Na­tal da maneira mais pura possível. Todos se esmeravam em ser bons, amá­veis, cor­datos…

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Santificação e profanação do nome do Eterno

Santificação e profanação do nome do Eterno

Santificação e profanação do Nome do Eterno Kidush Hashem e Chilul Hashem Este artigo é uma adaptação de um texto já conhecido no judaísmo. Como podemos – e devemos – santificar o Nome do Eterno? A resposta é simples: cumprindo os seus mandamentos e especialmente um mandamento que nos chama a atenção: “Não tomarás o nome do IHVH teu Elohim em vão: porque o IHVH não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” Ex 20.7. Este é o mandamento que deveria ser observado com cuidado e de uma forma muito especial que pudéssemos demonstrar com nosso respeito a Ele obedecendo este mandamento. É notável como as pessoas de várias formas “profanam” o nome do Eterno diversas vezes ao dia e de diversas formas demonstram que não o conhecem e nem ao Seu Nome. Detalhe: a Escritura diz que o Eterno não tomará por inocente aquele que profanar este mandamento! A profanação do Nome de Hashem neste mundo é um dos pecados mais graves. Por causa do mau comportamento de uns poucos homens aparentemente religiosos, a sagrada Torah e seus seguidores podem ficar denegridos. Toda vez que nos reunimos para orar, invariavelmente recitamos ou respondemos as palavras do Kadish: “Que Seu grande Nome possa ser engrandecido e santificado”. Sempre que iniciamos o trecho diário da Kedushá evocamos: “Santifiquemos Seu Nome no mundo”. Durante as orações

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Tetragrama e o Tempo

Tetragrama e o Tempo

Tetragrama e o tempo Um dos momentos mais importantes na história do Judaísmo ocorreu no encontro entre Moshe e o Eterno na sarça ardente. Moshe pergunta ao Eterno qual nome deveria usar quando as pessoas lhe perguntassem quem Ele é. O Eterno responde enigmaticamente, numa expressão que não ocorre em nenhum outro lugar no Tanach: Ehyeh asher Ehyeh. O verso diz assim: “E disse Elohim a Moshe: Eu serei o que serei. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: eu serei me enviou a vós” Ex 3.14. Traduções não judaicas dizem que isso significa “Eu sou aquele (ou quem, ou aquilo) que sou.” Alguns traduzem como “Eu sou: é isso quem Eu sou”, ou “Eu sou Aquele que é”. Estas são traduções equivocadas profundamente significativas. A expressão significa, literalmente, “Eu serei aquilo que Eu serei,” ou mais fundamentalmente, o nome do Eterno pertence ao tempo futuro. Seu chamado é para aquilo que ainda não é. Se não entendermos isto, perderemos o próprio ponto que torna o Judaísmo único. O nome Hashem – IHVH – representa o Eterno como a fonte derradeira de toda a existência, muito acima do universo e de suas leis. Interpretamos o Seu Nome como indicando que o Eterno “foi, é e será”. Ele fala Dele como existindo completamente além do campo de ação do espaço e do tempo. Passado e futuro são exatamente

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Ouve Israel!

Ouve Israel!

OUVE ISRAEL “Ouve” (Shema) é a palavra que inicia o verso “Ouve, oh Israel”. “Ouve, oh Israel, o IHVH nosso Elohim é o único IHVH”. Este verso da Escritura foi incorporado à vida judaica e é usado nas orações ao amanhecer e ao anoitecer. Este verso é o âmago do judaísmo e o centro das opiniões sobre a unidade de D-us. Os mártires através das eras falaram estas palavras quando eram mortos por seus inimigos. Elas foram dadas a Moshe por D-us há 3.5000 anos atrás e tem sido recitadas em cada sinagoga em todo o mundo através dos anos. Ainda assim não é um mandamento como tal, mas sim um clamor para Israel e todos os seguidores do D-us de Israel, para darem atenção à Torah, as instruções do eterno. A palavra Torah não significa Lei como alguns pensam, mas é a palavra hebraica para “ensinamento” ou “direção” e genericamente refere-se aos cinco livros de Moshe, também conhecidos como Humash (literalmente, “um quinto”), o Pentateuco. Este termo também é suado num amplo sentido, referindo-se à toda Escritura, incluindo a Lei Oral ou as Instruções Orais. Consequentemente, o “Shema” é um chamado ao estudo de, e uma longa lista de obrigações para com, ou, deixe-me dizer, da alegria de aprender a seguir “as instruções de D-us”. “Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e juízos que mandou o

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Nos passos de Ieshua

Nos passos de Ieshua

Nos passos de Ieshua Nos passos de Ieshua o significado profético do Monte das oliveiras “Ieshua saiu como de costume para o Monte das oliveiras, e seu talmidim (discípulos) seguiam-no” (Lc 22:39). Se Ieshua tinha lugares favoritos para visitar durante a sua vida terrena, um dos seus mais favoritos seria o Monte das oliveiras (Har HaZeitim), que tem sido uma parte importante da vida judaica por mais de 3.000 anos. Este monte especial também é chamada o monte de unção (Har HaMishcha) porque o azeite é feito de muitas oliveiras que se alinharam em suas encostas e foi usado para ungir reis nos tempos bíblicos. Ieshua, o rei dos reis, que tem sido ungido pelo próprio D-us, muitas vezes visitou o Monte das oliveiras para oração, solidão e companheirismo. Em seu caminho para visitar seu amigo Lázaro, ele viajou por ele. Foi a partir desta montanha que ele revelou para seus talmidim (discípulos) os acontecimentos dos últimos dias (Mt 24:1–51) no que veio a ser conhecido como o discurso do Monte das Oliveiras ou profecia das Oliveiras. Ieshua subiu acima e para baixo do Monte das oliveiras em um jumento durante sua entrada triunfal em Jerusalém (Lc 19:28-44). Em última análise, foi aqui que ele foi traído e o plano de D-us para a resolução do problema do pecado foi colocado em movimento depois que ele orou sobre

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Shofar

Shofar

Shofar Shofar é considerado um dos instrumentos de sopro mais antigos. Somente a flauta do pastor – chamada Ugav, na Bíblia – tem registro da mesma época, mas não tem função em serviços religiosos nos dias de hoje. Esta palavra vem da raiz “shapar” que significa “ser agradável” e traz consigo outras raízes que são: – sheper que significa “beleza” – shiprâ que significa “clareza, limpeza”; – shaprur que significa “dossel”. O shofar não produz sons delicados como o clarim moderno, a trombeta ou outro instrumento de sopro, mas para os judeus, o shofar não é apenas um instrumento “musical”. É um instrumento tradicionalmente sagrado. Na tradição judaica, lembra o carneiro sacrificado por Avraham (Abrão) no lugar de Itschac (Isaac) através da história da Akedá (amarração de Itschac), lida no segundo dia de Rosh Hashaná. Ocasiões em que era tocado Nos tempos antigos, o shofar era usado em ocasiões solenes. A palavra shofar é mencionada pela primeira vez em conexão à Revelação Divina no Monte Sinai, quando “a voz do shofar era por demais forte e todo o povo do acampamento tremeu“. Assim, o shofar em Rosh Hashaná (ano novo judaico) tem o dever de lembrar aos judeus suas obrigações para com seus serviços religiosos. O shofar também era tocado durante as batalhas contra inimigos perigosos. Portanto, o shofar de Rosh Hashaná serve como um grito de guerra

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Ieshua e o bar mitzvá

Ieshua e o bar mitzvá

Ieshua e o bar mitzvah O costume conhecido como Bar Mitzvah do judaísmo, era reconhecido quando Ieshua era um menino. Um dos costumes mais conhecidos do povo judeu é uma vinda de idade cerimônia chamada o Bar Mitzvah (filho do mandamento) e bat Mitzvá (Filha do mandamento). O significado do termo Bar (filho) e n (filha) Bat Mitzvah (mandamento) implica a importância deste Marco na vida de um jovem judeu, uma vez que esta é a idade quando eles assumem a responsabilidade pelas suas próprias ações e fé em D-us. Os rapazes têm seu Bar Mitzváh aos 13 anos, enquanto as meninas têm seu bat Mitzvah aos 12. Enquanto alguns acreditam que a cerimônia de Bat Mitzvah (filha) é uma recente inovação, provavelmente decorrentes na década de 1920, na América, há evidências de arquivamento da grande sinagoga em Roma datando de 2300 anos atrás, de jovens mulheres que foram convocadas na sinagoga diante de toda a Comunidade para publicamente marcar sua maturidade. Ao contrário da reforma e Judaísmo conservador, a maioria das comunidades Ortodoxas Judaicas ainda não aceitarem o Bat (filha) Mitzvah, apesar de alguns avanços estão sendo feitos. Uma cerimônia não é necessária para marcar este evento; no judaísmo, é quando uma criança de certa idade torna-se um filho ou filha do mandamento e cruza a linha divisória de sua adolescência. Os pais na verdade alegram-se porque

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Pérolas do Rebe

Pérolas do Rebe

Pérolas do Rebe Trechos extraídos do livro “Trazendo o Céu para a Terra – 365 Meditações dos Ensinamentos do Rebe, Por Tzvi Freeman Pela Editora Colel, 2000 A finalidade de toda a Criação é declarada quase que imediatamente na hora do Gênesis: E D’us disse: “Que haja Luz!” O propósito da Criação é que todo o mundo – até a escuridão – se transforme em luz. Lutar contra o mal é uma atividade muito nobre quando necessária. Porém não é nossa missão na vida. Nosso trabalho é trazer mais luz. O Baal Shem Tov ensinava que em tudo que uma pessoa vê ou ouve neste mundo, deve encontrar um ensinamento sobre como o Homem deve servir a D’us. Na verdade, este é todo o significado do serviço a D’us. Em 1976, em meio a múltiplos litígios, o recluso e excêntrico multimilionário Howard Hughes faleceu. O Rebe falou sobre ele: Ele sentia não poder confiar em ninguém, pois estavam todos atrás do seu dinheiro. Durante os últimos vinte anos de sua vida, tudo que ele fazia era se esconder do mundo, sem um amigo, e sem qualquer tipo de divertimento na vida. Era um homem que tinha tudo, e tudo que ele possuía serviu somente para deixá-lo trancado. Ele era igual a qualquer um de nós. Temos as chaves da nossa liberdade, mas as usamos para nos trancar. Quando

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História dos conflitos

História dos conflitos

História dos conflitos Breve história do Conflito Árabe (Palestino)/ Israelense A Torah nos ensina: “Am levad ishkon, ve bagoyim ló yitchashav” (o povo judeu é solitário e não conta entre os povos)”. “Na verdade, os palestinos deveriam reinvidicar terras da Jordânia e do Egito, pois foram eles que botaram a perder as suas casas, evocando uma guerra contra Israel, com o único propósito de destruir o único lar do povo Judeu“. Esta realidade pode ser constatada na Bíblia, no Corão, livros de história e em anos mais recentes, nos meios de comunicação. O mesmo pode ser consultado na imprensa escrita, jornais, revistas, e quaisquer outros meios da época correspondente. Esta informação foi tomada, adaptada e traduzida de uma circular enviada dos Estados Unidos, por um professor americano, não judeu. Jewish Brazil adicionou fatos que considera relevantes ao público. 1- Israel com sua capital Jerusalém, tornou-se um país soberano 2000 anos antes do surgimento do Islam. Jamais houve um governo árabe em Israel. O nome “Palestina” foi criado pelos romanos para indicar que aquela era a terra dos filisteus e descaracterizá-la como estado Hebreu por volta do ano 70 da E.C. 2- Os refugiados árabes em Israel começaram a identificar-se como parte de um povo palestino em 1921, 30 anos depois que chegaram a Israel cerca de 85.000 judeus. Muitos foram trazidos da Península Arábica por Lawrence, um oficial

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Que interessante…

Que interessante…

Que interessante… A população Islâmica mundial é aproximadamente de 1.200.000.000, ou seja é 20% do total da população mundial. Os árabes receberam os seguintes prêmios “Nobel”: Literatura: 1988 – Najib Mahfooz Paz: 1978 – EL-Sadat de Mohamed Anwar 1994 – Yaser Arafat Física: 1990 – Elias James Corey 1999 – Amhed Zewail Medicina: 1960 – Peter Brian Medawar 1998 – Ferid Mourad A população mundial judaica é de aproximadamente 14.000.000, ou seja é 0.02% do total da população mundial. Os judeus receberam os seguintes prêmios: Literatura: 1910 – Paul Heyse 1927 – Henri Bergson 1958 – Boris Pasternak 1966 – Shmuel Yosef Agnon 1966 – Nelly Sachs 1976 – Bellow de Saul 1978 – Singer de Isaac Bashevis 1981 – Elias Canetti 1987 – Joseph Brodsky 1991 – Nadine Gordimer Paz: 1911 – Alfred fritou 1911 – Tobias Michael Carel Asser 1968 – Rene Cassin 1973 – Henry Kissinger 1978 – Menachem começa 1986 – Elie Wiesel 1994 – Shimon Peres 1994 – Yitzhak Rabin Física: 1905 – Adolph Von Baeyer 1906 – Henri Moissan 1907 – Albert Abraham Michelson 1908 – Gabriel Lippmann 1910 – Otto Wallach 1915 – Richard Willstaetter 1918 – Fritz Haber 1921 – Albert Einstein 1922 – Niels Bohr 1925 – James Franck 1925 – Gustav Hertz 1943 – Stern de Gustav 1943 – George Charles de Hevesy 1944 – Rabbi de Isidor

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