Palavras são sementes As palavras de Ieshua devem e precisam ser analisadas de forma que possamos compreender o que Ele realmente desejava comunicar aos seus. Vamos analisar uma pequena porção de uma parábola de Ieshua e faremos algumas constatações: “E ele disse: A vós vos é dado conhecer os mistérios do poder soberano de Elohim, mas aos outros, por parábolas, para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam. Esta é, pois, a parábola: a semente é a palavra de Elohim” Lucas 8.10-11. A semente A palavra “semente” vem do termo hebraico “ha zera” que significa “a semente”; pode significar também descendência. Isso então nos mostra que a semente tem pelo menos duas conotações: a de um grão que, quando lançado na terra pode gerar plantas dependendo da qualidade da semente e pode significar também a “semente” plantada pelo homem numa mulher que lhe dará a sua descendência. Estes dois termos, numa análise final são um só de fato. Explicarei por que. Nas Escrituras por diversas vezes o homem é comparado a uma “árvore” e isso completa o significado de “semente” na conotação humana, pois se o homem é comparado a uma árvore – que se origina de uma semente – então ambos significados estão corretos. As árvores ou plantas tem o objetivo de beneficiarem o planeta terra com sua existência; esta deveria ser a função do homem
Isaías 9.6 Estamos vivendo um tempo em que os “contestadores” estão por toda a parte… Contestar é lícito e é necessário para que vivamos uma vida saudável, porém a contestação deve ter bases e motivos para ocorrer. Contestar apenas por contestar é um exercício de pura futilidade e pode levar estas pessoas a influenciarem aos menos preparados a deixarem sua fé original, justamente por não terem o conhecimento necessário. Vamos hoje falar sobre um texto que tem sido alvo de alguns “irmãos” que argumentam sobre a falta de bases de interpretação bíblica e reduzem os textos a simples “fatos históricos” sem qualquer conexão com o Ungido. Um dos textos que estão sendo contestados é este: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. A maioria dos intérpretes coloca este como um texto que aponta para o Ungido; porém temos agora, além do judaísmo tradicional, outras pessoas que contestam esta interpretação ligando este texto ao rei Ezequias e colocando-o como mais um relato histórico. Vamos analisar os fatos. A historicidade do texto Este texto refere-se ao tempo em que o profeta Isaías profetizava para Judá e os reis que ali estavam. O profeta nasce no ano de 765 a.c. e seu ministério começa no
Transformando circunstâncias Nabucodonosor, rei de Babilônia, a maior potência mundial nos idos de 607 A.C. é impelido em sua saga de conquistas a Jerusalém. Neste tempo a cidade é sitiada, conquistada e muito dela é levado à Babilônia, inclusive homens da alta sociedade judaica; somente os melhores foram escolhidos para transformarem-se em servos do rei Nabucodonosor: “Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus” Dn 1.4. Estes foram os que escaparam da morte, mas transformaram-se em escravos, seriam levados a um país estranho, com uma língua e costumes estranhos, com deuses desconhecidos e ali seriam simplesmente servos do rei. Um choque tremendo, pois em Israel estes homens faziam parte da alta sociedade judaica, tinham uma posição, prestígio, dinheiro, e o que é melhor, partilhavam com seu povo das bênçãos de D-us que agora os havia entregado nas mãos de um rei ímpio e idólatra. Agora eles não teriam mais vontade própria, não poderiam ir e vir com liberdade, nem mesmo a sua comida poderiam escolher! A determinação do rei foi que eles fossem devidamente alimentados e ao final de três anos deveriam ser colocados diante dele para serví-lo. O rei poderia
Orgulho de ser judeu O que é “ser judeu?” Para alguns é uma das maiores dádivas que o Criador deu ao homem enquanto que para outros é motivo de desprezo, riso e até mesmo de ódio mortal! Mas quem é o judeu? O judeu é aquele homem ou mulher que nasceram com raízes familiares voltadas para Israel. O ser judeu nos fala sobre as origens de todas as coisas, pois foi com ele que tudo começou… Avraham e os patriarcas deram início não somente a uma saga mas finalmente a uma grande história escrita por um povo que tornou-se a referência de coragem e valentia em todo o mundo… Ser judeu é lembrar de grandes homens sábios que trouxeram para a humanidade o conhecimento acera do Eterno e de Sua palavra… Moshe dá início a esse “derramar” de conhecimento celestial na terra recebendo a Torah; Shlomo há melech recebe além do conhecimento a sabedoria que extrapola a tudo aquilo que o homem jamais vira ou ouvira em toda a terra; depois vem o maior intérprete das Escrituras que a humanidade já conheceu: Ieshua, o filho de Elohim. Com ele as Escrituras são restauradas e a interpretação da Torah ganha uma nova dimensão; a dimensão não dos sábios ou eruditos, mas a dimensão do celestial que se encontra com o material. É a fusão dos céus com a terra
Leis de Nürnberg Excertos das “Leis de Nürnberg”, segundo “Izkor”, de Ben Abraham Lei para a Proteção do Sangue e da Honra Alemães de 15 de setembro de 1935 Firmemente persuadido de que a pureza do sangue alemão é a condição primordial da duração futura do Povo Alemão, e animado da vontade inabalável de garantir a existência da Nação Alemã nos séculos seguintes, o Reichstag aprovou por unanimidade a seguinte lei, agora promulgada: Art. 1º – 1) São proibidos os casamentos entre judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado. Os casamentos celebrados apesar dessa proibição são nulos e de nenhum efeito, mesmo que tenham sido contraídos no estrangeiro para iludir a aplicação desta lei. 2) Só o procurador pode propor a declaração de nulidade. Art. 2º – As relações extra-matrimoniais entre Judeus e cidadãos de sangue alemão ou aparentado são proibidas. Art. 3º – Os Judeus são proibidos de terem como criados em sua casa cidadãos de sangue alemão ou aparentado com menos de 45 anos… Art. 4º – 1) Os Judeus ficam proibidos de içar a bandeira nacional do Reich e de envergarem as cores do Reich. 2) Mas são autorizados a engalanarem-se com as cores judaicas. O exercício dessa autorização é protegido pelo Estado. Art. 5º – 1) Quem infringir o artigo 1º será condenado a trabalhos forçados. 3) Quem infringir os arts. 3º e
Mudanças… Desde há muito que temos visto diariamente mudanças sendo realizadas na Igreja a fim de “atrair” um público cada vez maior e que venha, assim, a participar do chamado “Corpo do Ungido”. Seriam estas mudanças “lícitas” em termos bíblicos? Poderiam elas ter sido feitas pelos líderes da igreja desde os tempos mais remotos do cristianismo até hoje? Vejamos alguns pontos e consideremos sua validade ou não: Mudanças foram realizadas na tradução da Escritura, abrindo-se mão da terminologia judaica e “real” por termos mais “amenos” que dão sentidos “quase” iguais aos originais. Palavras e até mesmo frases inteiras são mal traduzidas justamente por “conveniência doutrinária”. Os responsáveis dizem assim: “Nossa tradução diz assim, pois cremos nisto e naquilo desta forma!” Ora, isso é completamente absurdo! A integridade da Palavra foi violada justamente por causa de “interesses” maiores daqueles que a traduzem! O argumento usado é o seguinte: “Nós não podemos agora mudar as “tradições” do cristianismo justamente por causa da tradução de algumas palavras!” Mudanças foram também realizadas quanto à interpretação bíblica através dos tempos. Hoje, a Escritura não é mais tão “séria” assim! Nós não precisamos observar tudo ao pé da letra! Algumas coisas foram somente para aquele tempo! O mundo evoluiu e nós precisamos seguir o curso da evolução das coisas, enfim, tudo mudou! Estes são alguns argumentos e desculpas esfarrapadas para que sejam aceitas as
Fim do mundo Cientista prevê fim do mundo ou do homem Domingo, 25 de maio de 2003 09h16 SALVADOR NOGUEIRA da Folha de S.Paulo Nos próximos cem anos, há uma chance em duas de que grandes incidentes, acidentes ou conflitos causem um considerável retrocesso à sociedade altamente tecnológica do mundo contemporâneo. Provavelmente não seria a extinção da espécie, mas vários passos atrás na escalada histórica que conduziu às maravilhas e desventuras do pós-moderno século 20 e além. O portador das más notícias é sir Martin Rees, astrônomo da Royal Society e do King’s College da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ele tem uma polêmica sugestão para minimizar riscos: impor freios à ciência antes que seja tarde demais. De todo modo, diz ele, a civilização humana está a um passo de concluir sua passagem pela Terra. Mesmo que o homem escape às iminentes catástrofes que se abaterão sobre ele nos cem anos vindouros, também estará condenado ao desaparecimento. Em seu lugar, emergiria um novo ser humano, artificialmente evoluído e equipado com toda sorte de interfaces biônicas. Se sobrevivermos a nós mesmos e às nossas máquinas cada vez menores e mais perigosas, temos um encontro marcado com esse nosso futuro pós-humano em cem anos, afirma Rees. Antecipando o tortuoso caminho até lá, o astrônomo real (título concedido pela coroa britânica que, desde 1972, tem caráter apenas honorário) decidiu empregar
O que é misericórdia? Quando Moshe viu o Eterno de costas, ele também ouviu uma proclamação que definia o Eterno de Israel como Misericordioso: “IHVH, o IHVH El, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniquidade, e a transgressão e o pecado” (Ex. 34:6). O que este registro nos mostra? Veremos uma das facetas do Eterno, que demonstram seu caráter e a forma como Ele trata seus filhos. Portanto, sempre que observamos as raízes das palavras em Hebraico, podemos encontrar conexões incríveis! Por exemplo, o verbo Le Rachem (לרחם), que significa “ter misericórdia ou pena”, está conectado com outras palavras, como “querido” ou “amado” (Rachim – רחים), que claro significa para o povo semita alguém que você ama é caracterizado pela misericórdia. Você não pode amar sem ser misericordioso. Este aspecto fica claro em alguns textos das Escrituras: “E El Todo-poderoso vos dê misericórdia diante do varão, para que deixe vir convosco vosso outro irmão, e Benjamim; e eu, se for desfilhado, desfilhado ficarei” (Gn 43.14). “Porém ele disse: Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti, e apregoarei o nome do IHVH diante de ti: e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer” Ex 33.19. “E perdoa ao teu povo, que houver pecado
Ieshua no Templo Ieshua no templo em Jerusalém Durante este mês de Av houve um dia muito importante chamado Tishá B’Av (9 de Av). Neste dia, judeus ortodoxos jejuaram e ficaram de luto a destruição do Santo templo que se situava em Jerusalém. De acordo com os rabinos, o primeiro e o segundo templos de Jerusalém foram destruídos no mesmo dia – o dia 9 de Av. O ponto central do cristianismo está em seu nome: Cristo ou Messias Ieshua. No entanto, os cristãos têm pouca compreensão do templo, como eles não aprendem sobre o seu significado em relação a D-us, o povo judeu ou o Messias. Por outro lado, todos os dias, milhões de homens judeus ortodoxos leem em seus livros de oração, pedindo a D-us para o reestabelecer o templo e para a vinda do Messias em nossos dias. E hoje, existem 12 organizações ortodoxas em Jerusalém que tem tudo pronto para a reconstrução do terceiro templo. Em preparação, sacerdotes judeus foram identificados através de testes de DNA, uma Yeshiva foi criada para sua formação e as vestes sacerdotais foram tecidas. Os vasos e o mobiliário do templo foram recriados, e o Sinédrio foi reinstituído. Há mais de 1900 anos atrás, o templo de Jerusalém foi destruído. E 1 milhão de judeus foram assassinados pelos romanos e espalhados pelos quatro cantos da terra. Hoje, este lugar
Teshuvá A teshuvá é o aspecto central da vida do homem; e quando se trata de salvação e de comunhão com o Eterno isso se torna ainda mais explícito. Vamos abordar a teshuvá sob diversos aspectos e veremos o quão sério e o assunto e por isso mesmo a sua necessidade de ser aplicado aos nossos corações quanto antes. O judaísmo define assim a teshuvá: “Teshuvá, retorno, ocupa um lugar central no judaísmo e possui muitas facetas. Assim como as pessoas diferem umas das outras, também diferem seus modos de teshuvá, seu motivo e sua forma de expressão. Numa definição ampla, teshuvá é um despertar espiritual, um desejo de reforçar a conexão entre o indivíduo e D’us. A eficácia da teshuvá é uma função do sentimento de distância que o indivíduo tem do sagrado. Quanto maior a distância, maior o movimento potencial em direção a uma conectividade renovada. Como disse um sábio judeu, uma corda cortada e remendada é duas vezes mais forte no ponto onde foi rompida.” Definindo Teshuvá A palavra “teshuvá” vem da raiz hebraica “shub” que significa “voltar-se, retornar”. A palavra “teshuvá” significa literalmente “resposta, volta, retorno” e aponta para ideia de “voltar a um lugar” assim como tem também o sentido de “resposta”. A raiz “shub” está presente em toda a Escritura, mas a palavra “teshuvá” aparece somente na Brit Hadasha! Teshuvá como resultado
