Pequeno manual de refutações contra argumentos Anti-Judaicos

Pequeno manual de refutações contra argumentos Anti-Judaicos

Pequeno Manual de Refutações Contra Argumentos Anti-Judaicos Introdução Em primeiro lugar eu quero deixar bem claro que não existe interpretação correta das escrituras se essa interpretação não levar em consideração o background – pano de fundo – das escrituras, o seu contexto, o pensamento por trás de cada palavra, e como entendiam e criam os seus escritores. Sendo assim, toda interpretação nesse estudo que refutar as interpretações anti-judaicas, será baseada nas escrituras segundo o seu contexto original, o contexto judaico. Qual é o contexto das escrituras? 1 – Escritores Todos os escritores da bíblia eram israelitas (incluindo Lucas que era um sírio convertido ao judaísmo, segundo Eusébio em “História Eclesiástica”), e portanto eles tinham um pensamento judaico. Criam segundo era ensinado no judaísmo, através dos rabinos e dos sábios judeus. Eles escreveram a respeito de um Ungido (heb. “Mashiach”), que era esperado dentro do judaísmo, pois foi revelada a sua existência, a partir do judaísmo: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos” Dn 9:25. Essas escrituras eram estudadas no judaísmo anualmente (cada porção dos profetas é estudada após uma porção da Torah que é lida a cada shabat. Cada porção é lida uma vez por ano dentro de

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A completa recuperação

A completa recuperação

A completa recuperação Ele chamou a Moshe e HASHEM falou com ele da tenda da reunião, dizendo, “fala aos filhos de Israel e dize-lhes; ‘Quando um homem (dentre) traz uma oferta para HASHEM dos animais do gado ou do rebanho devem trazer sua oferta’” (Vayikra 1:1-2). Quando um homem se sacrifica por você: quando um homem se sacrifica, deve ser da sua essência, com a confissão verbal e ultra-humildade. “Pagaremos com sacrifícios de nossos lábios” (referindo-se à oração) “o sacrifício a Elohim é um espírito” (Tehilim 51), pois HASHEM não deseja que o tolo aproxime-se sem ter subjugado-se primeiro… (Seforno) Seforno enfatiza o ponto central na apresentação de um Korban e que é como nossos sábios disseram, “o misericordioso quer o coração!” Mesmo em oração, “sacrifícios de nossos lábios”, que é tudo o que é acionável hoje em dia da instituição dos sacrifícios, a verdadeira devoção faz com que o recital de palavras trabalhe. Verbosidade sozinha é comparável a um cheque. Se não houver nenhum dinheiro no banco para compensar o papel não vale nada. O impacto do impetrante é limitado a profundidade da sinceridade do seu coração. Foi depois Kol Nidre na noite de Iom Kippur, o tempo mais sagrado do ano, há dois anos. Um dos fiéis, puxou meu Kittle insistindo que tinha uma história que precisava dizer. A história começa quinze anos mais cedo em

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Crer no Eterno

Crer no Eterno

Crer no Eterno Eu vejo pessoas falando na rua, ou na televisão, revistas, jornais, etc, que creem no Eterno; mas o que é crer no Eterno? Crer no Eterno é somente acreditar que Ele existe? No sentido literal, sim, mas no sentido bíblico, não!!! Ieshua disse que a vida eterna é crer que Eterno é o Único e Verdadeiro Criador e que Ele enviou Ieshua o Ungido (Jo 17.3). Crer no Eterno implica em uma série de coisas, como crer que Ele mostrou o que espera da humanidade, crer que Ele deu ordens para os humanos, e crer que Ele quer que os homens cumpram essas ordens. Muitas pessoas que dizem crer no Eterno pensam da seguinte forma: “Eu creio no Eterno, creio que Ieshua é o Mashiach, então eu tenho a vida eterna!!!” Mas esse “crer no Eterno” significa apenas que essa pessoa crê na existência do Eterno. Ora, como disse Ia’aqov haTzadik (Tiago o Justo), até mesmo os demônios creem na existência do Eterno (Tg 2.19), e digo mais, até os demônios sabem que Ieshua o Ungido foi enviado pelo Eterno (Mc 5.1-7), então segundo a concepção dessas pessoas, os demônios têm a vida eterna (o Eterno não o permita!). Como eu disse acima, crer no Eterno não é apenas acreditar na existência D´ele, mas também crer em toda a Sua obra durante os séculos. Isso

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Amor do companheiro judeu e a redenção

Amor do companheiro judeu e a redenção

Amor do companheiro judeu e a redenção A causa da destruição visitando o Povo Judeu no passado e presente – pois “toda geração em que o Templo não foi reconstruído em seus dias é como se tivesse sido destruída em seus dias” – é ódio sem causa. A esperada redenção virá no mérito do amor do próximo judeu, um amor que não depende de nenhuma causa e é dirigido a todo e cada judeu. “Hillel disse:” Seja dos alunos de Aarão, ame a paz, busque a paz, ame as criaturas e aproxime-as da Torah. Qual é o caminho para a paz que devemos amar e perseguir? “Ame criaturas e aproxime-as da Torah”, ou seja, amor ao próximo e devolvê-lo aos caminhos da Torah através de meios agradáveis ​​e pacíficos. Devemos nos lembrar que este tipo de amor é acima de tudo um mandamento: “E Ieshua disse-lhe: Amarás o IHVH, teu Elohim, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e o grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.  Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” Mt 22.37-40. Mesmo quando devemos cumprir o mandamento de “repreender o seu companheiro” em relação a um judeu que tropeçou em uma transgressão contra as leis da

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Rabino aponta quatro profecias bíblicas que estão se cumprindo em Israel atualmente

Rabino aponta quatro profecias bíblicas que estão se cumprindo em Israel atualmente

Rabino aponta quatro profecias bíblicas que estão se cumprindo em Israel atualmente Um rabino compartilhou suas impressões sobre a transferência da embaixada norte-americana em Israel para Jerusalém e afirmou que o reconhecimento da cidade como capital da nação judaica é o cumprimento de quatro profecias bíblicas. Tuly Weisz, editor do The Israel Bible, publicou o artigo no portal da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), se aprofundando sobre como a decisão do presidente Donald Trump se encaixa no que foi profetizado milênios atrás. No artigo, o rabino aponta o movimento de retorno dos judeus a Israel como algo sobrenatural, previsto no Velho Testamento, assim como o desenvolvimento tecnológico do país, que faz prosperar plantações no deserto e também se levanta como um dos principais criadores de novas tecnologias. Confira na íntegra: Quando o presidente Donald Trump transferiu a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, muitas pessoas de fé rapidamente reconheceram o significado bíblico de tal movimento. Trump, como o rei Ciro antes dele, cumpriu a profecia bíblica, reconhecendo que Jerusalém é a capital eterna do Estado judeu e que o povo judeu merece um Israel justo, livre e soberano. No entanto, esta não foi a primeira vez nos 70 anos do Estado moderno de Israel que desempenhou-se um papel no cumprimento da profecia bíblica. Muitos dos milagres que estamos testemunhando hoje em Israel foram prometidos

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