O mês de Sivan

O mês de Sivan

O mês de Sivan Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que corresponde a ele. Sivan é o terceiro dos doze meses do calendário judaico, o mês da Outorga da Torá ao povo judeu. Letra: zayin Sivan é o terceiro mês do ano que está conectado ao terceiro dos atributos Divinos que é a misericórdia. O número três está associado aos eventos ocorridos neste mês: a outorga de uma tripla Torah [Torah, Neviim e Ketuvim] a um povo triplo [Cohanim, Leviim e Israelim] no terceiro mês [Sivan] por três [Moshê, Aharon e Miriam]” – o número que mais destacadamente aparece em toda a Torá é o número sete, o valor da letra zayin. A Torah foi outorgada no Shabat, o sétimo dia da semana. Segundo Rabi Yosi, a Torah foi entregue no sétimo dia de Sivan. Zivebulun, a tribo de Sivan, começa com a letra zayn. Nossos Sábios identificam o zayin com a palavra zeh (“isso”), significando o excepcional nível de profecia de Moshê (“a vidraça transparente”), o doador da Torah (ele próprio nasceu e faleceu a sete de Adar [o 12º mês do ano; 12 = zeh]). As porções da Torah em Sivan são do início do Livro de Bamidbar. Na

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Parasha Bekhukotai

Parasha Bekhukotai

Bekhukotai Em minhas leis Lv 26.1-27.34 / Jr 16.19-17.14 / Mt 22:1-14         Na Parasha desta semana estaremos estudando os últimos aspectos e orientações que o Eterno dá aos filhos de Israel em Levítico. Moshe finaliza mostrando as duras conseqüências do conhecimento adquirido sobre o Eterno porém não obedecido pelo homem! O primeiro versículo nos diz o seguinte: “Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o IHVH vosso Elohim” (Lv 26:1). Aqui as determinações do Eterno são muito claras quanto a não ter outros deuses diante dele, pois o mandamento é para não fazer ídolos de maneira alguma! A palavra “ídolos” em hebraico é ‘ellim e significa “coisas de nada”; deuses de barro ou de terra-cota. Já o termo “imagem de escultura” em hebraico é pesel e significa “ídolo esculpido na pedra”. O termo “coluna” em hebraico é maççebhah e significa “alguma coisa em pé”; no caso de uma pedra memorial ou uma coluna, usada com propósitos idolátricos. O último termo refere-se a “pedra com figuras”, que em hebraico é maskith, significando “uma pedra esculpida ou pintada com uma figura ou imagem”. Percebemos aqui que este verso nos fala sobre qualquer tipo de idolatria que possa ser praticada pelo homem! Tudo aquilo que por ventura possa ter o

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O Eterno quer uma casa?

O Eterno quer uma casa?

O Eterno quer uma Casa? Templos… qual é a sua importância para os servos do Eterno? A reposta é: muito grande, pois somente ali pode-se reunir as pessoas para que juntos possam servi-lo. Mas nem todos concordam com isso; para alguns o “templo” é desnecessário, inclusive argumentando que o Eterno nunca pediu ao seu povo que se construísse um! Mas onde está a verdade nisso? Será que isso encontra respaldo nas Escrituras? Precisamos buscar, em primeiro lugar as informações que Moshe e os demais judeus deixaram registradas no que diz respeito a isso. “Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre” II Sm 7.13. “Bem sabes tu que Davi, meu pai, não pôde edificar uma casa ao nome do IHVH seu Elohim, por causa da guerra com que o cercaram, até que o IHVH os pôs debaixo das plantas dos pés” I Rs 5.3. “E eis que eu intento edificar uma casa ao nome do IHVH meu Elohim, como falou o IHVH a Davi, meu pai, dizendo: Teu filho, que porei em teu lugar no teu trono, ele edificará uma casa ao meu nome” I Rs 5.5. “Assim confirmou o IHVH a sua palavra que tinha dito: porque me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como tem dito o IHVH; e edifiquei

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A História de Ruth

A História de Ruth

A História de Ruth Foi assim que tudo isto aconteceu: Nos dias em que os juízes governavam Israel, o povo havia relaxado sua observância da Torá; por essa razão provocou sobre si a punição de D’us. Na terra, reinava a fome. Um rico mercador, habitante de Yehudá, de nome Elimelech, não acostumado à fome e à pobreza, pensou em escapar da miséria mudando-se para outro lugar. Assim foi viver em Moav com sua esposa Naomi e seus dois filhos. Ruth, uma princesa moabita, imbuída de elevados ideais, não estava satisfeita com a idolatria de seu próprio povo e quando chegou a oportunidade, abriu mão do privilégio da realeza em sua terra, aceitando uma vida de pobreza entre um povo que ela admirava. Ruth fez amizade com essa família judia e começou a comparar o diferente modo de vida com o seu próprio. Aprendeu a admirar as leis e costumes judaicos, e a insatisfação que já sentia com a idolatria de seu povo, tornou-se uma objeção positiva. Quando um dos filhos de Naomi a pediu em casamento, ela sentiu-se feliz e orgulhosa em aceitar. Não ficou com remorso frente ao que estava renunciando: a vida de luxúria no palácio, o título real, as perspectivas de riqueza e honra no futuro, pois percebia o valor do povo ao qual agora se unia. Com a morte de Elimelech e seus dois

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Parasha Behar

Parasha Behar

Behar No monte Lv 25:1–26:2 / Jr 32:6-27 / Lc 4:16-21         Na Parashá desta semana estaremos estudando sobre as palavras que foram dadas a Moshe pelo Eterno no Monte Sinai sobre o ano do jubileu e suas implicações proféticas. No princípio do capítulo está dito assim: “Falou mais o IHVH a Moshe no monte Sinai, dizendo: fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando tiverdes entrado na terra, que eu vos dou, então a terra descansará um sábado ao IHVH” (Lv 25:1-2). Aqui a palavra que define o Eterno em hebraico é o tetragrama (IHVH) e isso significa que o Eterno se apresenta como aquele que se torna aquilo que seus filhos precisem que Ele se torne. Algo interessante é que o Eterno não falou com Moshe em qualquer lugar, mas no monte. Aqui a palavra “monte” em hebraico é har e significa “colina, outeiro, região montanhosa, monte, montanha”. Na Síria e Palestina as montanhas eram adoradas e serviam de cultos pagãos. Veja que o Eterno se apresenta como IHVH e também numa montanha, mostrando aos seus filhos que ele é sempre a solução para qualquer que seja o problema apresentado mas é preciso que também os seus filhos entendam que Ele é o D-us das alturas e é justamente ali que Ele lhes dará a vitória! Enquanto os outros achavam que a montanha era um D-us,

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A rocha no deserto

A rocha no deserto

A rocha no deserto Durante a caminhada do povo de Israel através do deserto muitos milagres aconteceram, mas um deles salta aos nossos olhos: a rocha que dava águas por onde quer que o povo judeu fosse. Mas, como isso veio a acontecer? Vejamos: Depois de todos estes acontecimentos – o maná e a água que tornou-se doce – os filhos de Israel continuam suas jornadas pelo deserto. Há algo explícito aqui: eles seguiam (ou não) viagem “segundo o mandamento do Eterno”! A viagem teve realmente um ritmo de desenvolvimento de acordo com os desejos do coração do Eterno. Mas mesmo assim, o povo continuava a se manifestar contra Moshe e o Senhor! “Então contendeu o povo com Moshe, e disse: Dá-nos água para beber. E Moshe lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao IHVH? Tendo pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moshe, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado?” (Êx 17:2-3). Novamente duas palavras aparecem aqui durante a caminhada: contender e murmurar! Creio que a maior razão pela qual o povo passou quarenta anos vagando foi o uso e abuso destas atitudes. Eles demonstravam ser bastante carnais. Suas atitudes eram previsíveis e seus clamores centralizavam-se sempre no mesmo aspecto: a satisfação de

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A história de Jerusalém

A história de Jerusalém

A história de Jerusalém Época antiga (3800-1000 A.C.) Jerusalém – Seu começo foi nebuloso. Arqueólogos e pesquisadores da época do bronze, encontraram restos da cidade que possuía uma muralha para a defesa, já a 3800 anos atrás. Justamente de um lugar distante, do Egito e Manobia, se encontraram restos de uma cidade egípcia antiga “Achan-Atun” que descreve a história de Jerusalém. Restos de vasos de argila e estátuas de barro egípcias chamadas “ktabei hamearot” que tem o nome de Jerusalém e seus governantes. Nestes escritos se encontram várias cidades cananeias e entre elas “Arasalem”, hoje em dia, Jerusalém. Os investigadores que se ocupam em descobrir o passado e analisam lendas antigas, encontraram neste nome duas palavras: Ieru-Shalem, e sua explicação é: “o D’us integro ensinará as bases da cidade“. Quando o patriarca Avraham chegou a terra de Israel, governava em Jerusalém, Malki Tzedek, que era sumo sacerdote ao deus supremo. Este é um testemunho bíblico de que a 3800 anos, Jerusalém já era uma cidade santa. Ioshua Bin Nun Jerusalém era uma cidade Jebuséia quando o povo de Israel a conquistou. Ao ler o livro d Josué, aprendemos que o rei de Jerusalém estava sobre o pacto dos cinco reis, que queriam castigar aos gibeonitas por terem se rendido aos israelitas. Ioshua Bin Nun e seu exército triunfou sobre os reis do pacto e a seus soldados que

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