Pekude

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Pekude (Recenseamentos) Ex 38.21 – 40.38 / I Rs 7:51 – 8:21 / Hb 8:1-12 Na Parasha desta semana estaremos falando sobre a finalização da obra e a entrega do Tabernáculo à Moshe, assim como sua consagração e a manifestação do Eterno em aprovação à obra que os filhos de Israel realizaram. Moshe relata que houve uma “enumeração” (pekude) do material gasto na obra do Tabernáculo: “Esta é a enumeração das coisas usadas no tabernáculo do testemunho, que por ordem de Moshe foram contadas para o ministério dos levitas, por intermédio de Itamar, filho de Aharon, o sacerdote. Fez, pois, Bezalel, o filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Iehuda, tudo quanto o Senhor tinha ordenado a Moshe. E com ele Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dan, um mestre de obra, e engenhoso artífice, e bordador em azul, e em púrpura e em carmesim e em linho fino. Todo o ouro gasto na obra, em toda a obra do santuário, a saber o ouro da oferta, foi vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos, conforme ao siclo do santuário; e a prata dos arrolados da congregação foi cem talentos e mil e setecentos e setenta e cinco siclos, conforme o siclo do santuário; um beca por cabeça, isto é, meio siclo, conforme o siclo do santuário; de todo aquele que passava aos

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O cântico do livramento

O cântico do livramento

O Cântico do livramento Nas Escrituras existem diversos aspectos inexplicáveis e entre eles está o “cantar”. Isso parece algo muito comum e por vezes sem qualquer envolvimento espiritual, a não ser que seja feito num local apropriado, uma sinagoga, congregação ou igreja. Cantar é algo que está profundamente associado às orações judaicas e isso fica ainda mais claro quando tomamos o livro de Tehilim – Salmos – que é um “manual” de cânticos que por vezes assumem conotações proféticas impressionantes. Nós cantamos enquanto oramos – o também quando oramos, cantamos! Para o judeu e o judaísmo o “cantar” faz parte não somente da liturgia judaica como também de seu padrão devocional; para nós cantar é parte de nossa comunhão com o Altíssimo! Nas Escrituras temos diversas manifestações que ocorrem através do cântico, mas uma em particular tem marcado minha vida: o cântico do livramento. Explico: há uma canção muito conhecida dentro do judaísmo que se chama “Hodu l´Adonai” – Cantai ao Senhor – e ela tem origem num evento especial em minha vida que está relatado no livro de II Crônicas e que diz: “Então veio o espírito do IHVH no meio da congregação, sobre Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaia, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita, dos filhos de Asafe, e disse: Dai ouvidos todo o Judá, e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó

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Ieshua ou Sha´ul?

Ieshua ou Sha´ul?

Ieshua ou Sha´ul? É muito comum em debates teológicos a respeito do cumprimento da Torah, os oponentes dessa visão buscarem contrariar até mesmo textos do Messias usando textos de Sha´ul, como se o Messias deles fosse o próprio Sha´ul. É muito conveniente esse tipo de atitude, afinal Sha´ul seria mais “bonzinho” que Ieshua, mas vamos ver o que o próprio Sha´ul diz de atitudes como essa: “Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Sha´ul, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, do Ungido. Acaso, o Ungido está dividido? Foi Sha´ul crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, imersos em nome de Sha´ul? Dou graças a IHVH porque a nenhum de vós imergi, exceto Crispo e Gaio; para que ninguém diga que fostes imersos em meu nome. Imergi também a casa de Estéfanas; além destes, não me lembro se imergi algum outro” I Co 1.11-16. Segundo o próprio Sha´ul, esse tipo de atitude é totalmente condenável e errada, porque Sha´ul não é o Messias, mas sim Ieshua!!! Então o que devemos fazer com os escritos de Sha´ul? Ignorá-los quando dão a impressão de contradizer a mensagem do Messias que disse que veio completar a Torah e não revogá-la? Óbvio que não,

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Três milhões de peregrinos

Três milhões de peregrinos

Três milhões de peregrinos Quando falamos sobre a caminhada do povo de Israel saído do Egito e indo em direção a Canaã temos então uma estimativa quanto ao número de pessoas que saíram libertas para formar a nação de Israel. Segundo a tradição judaica, haviam 3 milhões de pessoas no deserto! Mas, como chegou-se a este número? Vejamos o que diz a tradição: Quanto ao número de líderes que foram separados por Moshe para o auxiliarem na resolução de problemas do povo: Líderes de 10 = 300.000 Líderes de 50 = 60.000 Líderes de 100= 30.000 Líderes de 1000 = 3.000 Totalizando: 393.000 Cortando os zeros temos o valor de 393 que representam as letras גצש Guimel ג 3 Tsade 90 צ Shim 300 ש Vamos agora analisar cada letra individualmente para chegarmos a uma conclusão: Mistérios do Gimel No Talmud diz-se que o Gimel simboliza um homem rico correndo atrás de um homem pobre (a próxima letra Dalet) para lhe dar tzedakah (caridade); (dalut) em hebraico significa “empobrecido”. Gimel representa, assim, a livre escolha de correr atrás do ensino da Torah, praticando atos de Chesed (misericórdia). A raiz (Gamal) significa “repartir, dar ou desmame”. A palavra (g’mul) significa tanto “recompensa ou benefício”, indicando que a natureza da doação pode levar a uma bênção ou julgamento para aquele que dá. Em outras palavras, como alguém escolhe “correr” a

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Uma vista de cima

Uma vista de cima

Uma vista de cima Imagine que você tem sido o chefe de operações de uma grande corporação. O dono e o Presidente do Conselho avistaram-no há uns 40 anos atrás. Observando o seu compromisso e preocupação durante uma missão totalmente diferente, ele escolheu você para orientar o seu grupo de trabalhadores inexperientes em uma grande força no mundo corporativo. Durante os seus 40 anos de mandato com a empresa, você cumpriu cada um dos desejos do seu chefe com honestidade e habilidade. Você se importava com a corporação e cada um de seus empregados como se fossem seus filhos. O Presidente, que forneceu cada uma das necessidades da empresa, financeira, moral, física e espiritual, elogiou-o como o maior indivíduo que jamais lideraria a corporação. Mas antes que você começar a liderar a empresa em uma nova fase de operação, o chefe diz que é hora de se aposentar. Até aqui, tudo bem. Mas, em seguida, em um pedido de despedida você entra no escritório do seu chefe e começa a palestra-lo sobre as qualificações de um sucessor. Diga-lhe para se certificar de que o próximo oficial corporativo tenha as qualidades de liderança que será capaz de trazer a corporação para o próximo milênio. Então você adiciona o kicker. Depois de tudo, você diz ao chefe, “você não quer deixar a empresa como ovelhas sem um líder.” Em termos

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HASHEM está conosco!

HASHEM está conosco!

HASHEM está conosco! Sua gloriosa honra foi revelada a eles e eles apontaram com um dedo. (Shemos Rabbah) Uma criada junto ao mar viu o que não foi mostrado aos profetas. (Mechilta – Rashi) Por muitos anos estive envolvido com seminários demonstrando com lógica de bloqueio a veracidade da Torá. Muitas pessoas se afastaram com a convicção de que a Torá é verdadeira e realmente existe um D’us! Eles podem ter adotado Shabbos e Kashrus com base em sua nova compreensão das coisas. No entanto, sei que no fundo se esconde uma questão intrigante: “Claro que sei que há um D’us, mas ele pensa em mim?” Todos nós certamente sentimos isso em maior e menor grau! Isso não é algo que possa ser provado no abstrato. Deve ser experimentado e aprendido em um nível pessoal. Há mais de 33 anos ouvi algo impressionante vindo diretamente da boca do Tzadik de Monsey, o rabino Mordechai Schwab ztl. Citando o rabino Samson Rafael Hirsch, está escrito em Adon Olam, “Mestre do Universo antes de qualquer criatura ser criada… Ele era, Ele é, e Ele será em glória. Ele é Um e não há segundo para comparar a Ele para associar (com Ele). Sem começo, sem fim, poder e domínio são dEle. Ele é meu Deus e meu Redentor vivo! ”Rabino Schwab enfatizou a última linha e gravou em minha psique!

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