Os Ciclos do Ano Judaico

Os Ciclos do Ano Judaico

Os Ciclos do Ano Judaico O ano judaico se compõe de ciclos de dias santificados, solenes, festivos, semi-festivos ou até tristes. Shabat é um dia santificado. O descanso de qualquer trabalho criativo atesta a Criação do mundo. O judeu que cumpre o Shabat, deixando de realizar trabalho criativo neste dia, testemunha que D’us criou o mundo em seis dias e “descansou” no sétimo. Rosh Chôdesh, início do mês judaico (que pode ser um ou dois dias), é dia semi-festivo. Nas orações acrescentam-se trechos como Yaalê Veyavô, Halel, e Mussaf, enquanto são omitidas as súplicas dos dias comuns; também não se faz jejum em Rosh Chôdesh. Rosh Hashaná e Yom Kipur são dias solenes por seu caráter de julgamento e perdão Divinos. Ao mesmo tempo, são dias santificados quando trabalho criativo não deve ser realizado. Yom Kipur é igual a Shabat, e Rosh Hashaná é similar aos outros dias de Yom Tov. Pêssach, Shavuot e Sucot, as Três Festas de Peregrinação, são dias festivos (Yom Tov), lembrando respectivamente o Êxodo do Egito, a Outorga da Torá no Monte Sinai e os quarenta anos de perambulação pelo deserto. Shemini Atsêret e Simchat Torá também são dias de Yom Tov ligados à Sucot. São também dias santificados (com exceção de Chol Hamoêd) quando trabalho criativo (exceto preparação de alimentos) não deve ser realizado. Chol Hamoêd, os dias intermediários de Pêssach e

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Além das palavras

Além das palavras

Além das palavras Todo mundo é obrigado a ler (ou ouvir a leitura de) Megilla (Shulchan Aruch 689) Por que lemos ou lavamos nossos ouvidos com as palavras da Megilla? O que acontece? Ao escutar, o papel das palavras faladas na história da Megilla, considere por favor a fonte de todas suas palavras! O que são palavras, afinal? Uma palavra sobre palavras… A palavra “palavra” é meio estranha. São palavras o caminho todo… você sabe De volta ao fogo negro no fogo branco Antes havia um mundo E então, com uma palavra ou duas A luz veio a ser… Isso é pesado. Eu acho que importa quem diz a palavra A palavra de um papagaio vale menos O valido de um ser humano vale mais Sim, nós criamos o valor de nossas próprias palavras Dependendo de quão perto nós está a palavra Alinhar com a verdade As palavras podem ser abusadas e mal utilizadas As palavras não matam… as pessoas fazem! Então não vamos culpar palavras para o que as pessoas fazem com eles Então, o que são as palavras? Cápsulas do tempo: do coração humano Extraído da mente sublime São naves… foguetes… lançados Embrulhado com sons E entregues com cadência O silêncio cinzela palavras fora do ruído Expressões constroem até palavras do silêncio As palavras não são criações humanas No entanto, eles são nosso conjunto de química

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O Cabeça da Mulher

O Cabeça da Mulher

O Cabeça da Mulher “Quero porém, que saibais que o Mashiach é a cabeça de todo homem, o homem a cabeça da mulher, e Elohim a cabeça do Mashiach” (I Co 11:3). O versículo acima é dos mais mal compreendidos e abusados da Bíblia, e por muitos séculos tem sido utilizado pela sociedade ocidental machista para justificar uma dominação masculina. Ou ainda para dizer que o homem tem primazia sobre a mulher no lar. Nada mais equivocado… O principal problema que leva as pessoas a interpretarem esse versículo de forma tão errada é a falta de conhecimento do contexto semita da expressão. A expressão aqui utilizada para se referir à “cabeça” é a expressão “rosh” no hebraico. Essa expressão na realidade não dá ideia de dominação, nem de “alguém que pensa pelo outro.” A ideia da cabeça aqui é de “princípio.” Um exemplo semelhante encontra-se na palavra “rosh” no hebraico, onde temos termos como “rosh hashaná”, que significa literalmente “o cabeça do ano”, e onde cabeça se refere ao princípio, e não a um domínio. Se Rav. Sha’ul estivesse falando de domínio, certamente teria usado a expressão “mar”, que significa “senhor”. Na realidade, uma tradução mais adaptada ao nosso entendimento, já que na nossa cultura “cabeça” é associado a domínio, seria: “Quero porém que saibais que o homem veio do Mashiach [Adam Kadmon – o homem celestial], a

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A dimensão de Parnassá – Sucesso

A dimensão de Parnassá – Sucesso

A dimensão de Parnassá – Sucesso Veja como essa sabedoria antiga pode ajudar você também a cuidar melhor do seu bolso. A palavra “cabala” vem da Torah, o livro sagrado da religião judaica, e nos estudos cabalísticos ela significa “receber conhecimento”. É uma maneira antiga de olhar, interpretar o mundo e compreendê-lo melhor em todos os aspectos. Para os nossos sábios, ela é a capacidade de usar todas as faculdades humanas – intelectuais, sensitivas e intuitivas – para entender melhor a realidade. “Basicamente é como uma interpretação. Se você ler um texto rapidamente vai captar uma mensagem mais objetiva. Mas se o fizer com o olhar psicanalítico, verá que tem outras forças por trás”, interpretam eles. A cabala pode ser aplicada ainda ao plano do sustento – o dinheiro. Porém, ele ressalta que não existem regras ou mesmo um manual que ensine a enriquecer por meio da cabala. “Embora isso seja muito oferecido por aí, está dentro do universo do charlatanismo”, comenta. “Ela é apenas um meio de reflexão, e não uma coisa mágica, um ‘ocus pocus’ que vai mudar tudo de repente”, acrescenta. Quem se aprofunda no assunto percebe que dá para tirar algumas vantagens. Na visão dos sábios, esse conhecimento assemelha-se a um farol: quanto mais longe ele iluminar, menores as chances de o motorista atropelar um animal na pista. Segundo ele, o pensamento cabalístico ajuda

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Na velocidade do pensamento

Na velocidade do pensamento

Na velocidade do pensamento Todo o ouro que tinha sido usado para o trabalho em todo o trabalho do Santo o ouro da ondulação foi de vinte e nove talentos, 730 shekels, de acordo com o Santo shekel. A prata dos números da Comunidade foi de 100 talentos e 1775 shekels, de acordo com o Santo shekel (Shemos 38:24-25). Há um princípio espiritual que “as bênçãos não podem ser contadas” que são elas não podem ser quantificadas. ” O Zohar pergunta: “como é possível contar os vasos do Mishkan? A resposta em termos enigmáticos é que “do lado esquerdo não pode ser contado, mas do lado direito Bracha – bênção é relevante!” O que no mundo isso significa? O rabino Dessler ajuda a decifrar a mensagem e ao fazer ele revela um grande segredo. Não se preocupe, grandes segredos não correm o risco de se tornarem muito conhecidos. Podem ser gritados para fora ao mundo inteiro e contudo remanesceriam um segredo. A esquerda representa classicamente o lado mais fraco e o direito o mais forte. Não é tanto sobre forte ou fraco, mas sim sobre o Reino exterior e interior. Quando se trata do que é visível e o que pode ser contado que é o lado esquerdo. É a dimensão física das coisas. O direito é mais forte porque é eterno e incapaz de ser medido. Há

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A Profecia Oculta: O Messias Oculto No Tanach

A Profecia Oculta: O Messias Oculto No Tanach

A Profecia Oculta: O Messias Oculto No Tanach A última vez, falamos sobre um dos maiores dilemas do Novo Testamento: o Segredo Messiânico —o fato de que Ieshua continuamente desencorajava e evitava o uso do título “Messias” ao longo do tempo de seu ministério público. Antes de prosseguir, preciso garantir que distinguimos entre dois públicos diferentes: o público dos leitores dos Evangelhos e o público de Ieshua dentro dos Evangelhos. Todos os textos do NT foram escritos décadas após Sua morte e ressurreição, e os autores dos Evangelhos, ao se voltarem para seus leitores contemporâneos, repetiram incansavelmente que Ieshua era o Messias prometido: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Ieshua é o Ungido, o Filho de Elohim” Jo 20:31 — mas não é sobre isso que estamos falando aqui—. Não estamos estudando o que os evangelistas nos falam sobre Ieshua; o que nos interessa é o que Ieshua dos Evangelhos diz sobre si mesmo, ou permite/não permite que os outros digam sobre ele para seus próprios contemporâneos. Os Evangelhos retratam consciente e propositalmente Ieshua ocultando e escondendo sua messianidade de Seu público. Em outras palavras, a messianidade de Ieshua é algo que o autor e os leitores conhecem, mas os participantes originais não conheciam. Estamos agora diante da necessidade de explicar esse fato enigmático: em todos os quatro Evangelhos, nenhuma vez Ieshua se revela como Messias aos Seus compatriotas. Nos quatro Evangelhos, as pessoas Judias

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O poder de louvar

O poder de louvar

O Poder de Louvar Diz-se que os esquimós têm cinquenta palavras para neve. Não estou certo disso, mas isso eu sei: que o hebraico tem muitas, muitas palavras para louvor. Lehodot, lehallel, leshabeach, lefa’er, leromem, lehader, levarech, le’aleh, ulekales, e outras. Mas assim como os esquimós vivem no meio da neve, ser judeu é viver em meio ao louvor a D’us. É nosso elemento, o ar que nosso espírito respira, a música que a alma judaica entoa. Damos ao idioma a palavra haleluya, “Louvor a D’us”, e o Livro dos Salmos permanece como a mais linda poesia de louvor jamais escrita. A prece judaica sempre começa com louvor. Toma diferentes formas em serviços diferentes, mas está sempre ali antes de qualquer outra coisa. Por que? Por causa dos maus dias em que podemos ser distraídos por preocupação, deprimidos pela ansiedade, tomados pelo medo. Entramos em nós mesmos, como se estivéssemos fechados numa sala pequena, sem ar, incapazes de ver a luz do sol ou respirar o ar livre. Sou a última pessoa no mundo a minimizar a seriedade da depressão. Junto com Simon e Garfunkel, sei o que é cantar: “Hello darkness my old friend…” – “Alô, escuridão, minha velha amiga.” É por isso que a prece é tão importante. Diz: não olhe para dentro, olhe para fora. Não olhe para baixo, olhe para cima. O mundo está

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O Segredo da Fusão das Pedras

O Segredo da Fusão das Pedras

O Segredo da Fusão das Pedras Antes de se recolher à noite, Ia´aqov colocou doze pedras sob sua cabeça como um travesseiro. Milagrosamente, todas as pedras fundiram-se em uma. O Rei David também teve uma experiência semelhante de fusão de pedras quando as cinco pedras que ele colocou em seu estilingue para matar Golias se fundiram em uma. Por que as pedras de Ia´aqov e do Rei David fundiram-se e que segredo elas contêm para nós? Nesta apresentação, o Rabino Ginsburgh revela como a unificação da diversidade representada por essas pedras nos mostra o reconhecimento de que tudo, na verdade, resume-se a “D’us é Um”. As Doze Pedras e as Doze Tribos O versículo 28:11 na porção semanal Vayetsê descreve como Ia´aqov pegou pedras (no plural) para colocar debaixo de sua cabeça servindo de travesseiro. O versículo 28:18 refere-se somente a uma pedra, no singular, que Ia´aqov colocou sob sua cabeça. Esta aparente discrepância fez nossos sábios concluírem que as doze pedras que Ia´aqov colocou sob sua cabeça quando estava a caminho de Charan se fundiram em uma única. Tanto no nível consciente ou inconsciente, o fato de Ia´aqov juntar doze pedras refere-se às doze tribos que ele trará a este mundo como resultado de seu casamento em Charan. Mais especificamente, a fusão das doze pedras refere-se à fusão das doze tribos. Esta unificação dos doze filhos de

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Inveja

Inveja

Inveja Os antigos sábios judeus ensinavam que a maioria das pessoas “morrem” (se definham e etc.) por causa de inveja (ou seja, a “lascívia” que exprime o egoísmo, mesquinhez, cobiça, a maldade e etc. ). No entanto, uma vez que Iosef absteve-se de olhar com cobiça a esposa de Potifar, Jacó profeticamente o abençoou dizendo que ele (e seus descendentes) era (seria) um ‘filho frutífero no olho’ (בּן פּרָת עֲלֵי־עָיִן), implicando que o Ayin Tová (עַיִן טוֹבָה) ‘olho bom’ de sua fé, iria permitir-lhe vencer o mal (a inveja) – (Genesis 49:22). Da mesma forma O Messias Ieshua disse que o olho é a ‘chama de luz do corpo’. Quando o nosso é Ayin Tová – Olho Bom (generoso, não invejoso…) todo o nosso corpo está cheio de luz, mas quando é um Ayin Hará – Olho Mal (olho da inveja, invejoso, sovina, mesquinho…) nosso corpo é cheio de escuridão. Portanto, tenhamos cuidado para que a chama de luz em nós não vire escuridão (Lucas 11:34-35). A ‘chama de luz’ – Ayin Tová (עַיִן טוֹבָה) – pode tornar-se em ‘escuridão’ ao não acreditar que D-us tem profundos propósitos e significados ocultos em várias tribulações e desacertos que passamos em nossas vidas. Iosef usou o ‘olho bom – Ayin Tová (עַיִן טוֹבָה)’ e mais tarde testemunhou que D-us destinou tudo o que havia acontecido com ele – incluindo a

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Tire as algemas de Elohim

Tire as algemas de Elohim

Tire as algemas de Elohim! Há situações na vida – de sofrimento, dor, provações – que parecem ser definitivas. São quadros que parecem que nunca vão mudar. As pessoas reagem diferente nestas situações. Há aqueles que se acomodam, suportando o pesado fardo; outros que realimentam o sofrimento, mas há também aqueles que reagem! Aliás Ieshua ensinou a reagir. Ele disse: Tende bom animo, eu venci o mundo! O Tanach fala de Jabez, um homem que nasceu marcado pela dor, foi fadado a sofrer, mas não se acomodou. Através da fé e por meio da oração, ele deu uma virada radical na sua vida. Seu nome significa = “SOFRIMENTO”! Ele tinha a triste sina de ter que carregar consigo a marca do sofrimento, durante toda a sua vida, e por onde quer que fosse. Existem padrões de pensamentos em nossas vidas que são prejudiciais. Temos que sair da mentalidade de deserto e entrarmos numa “Canaã mental”! Sim, há pessoas que nascem também em um ambiente tão negativo que pensamos que o seu futuro será igualmente sombrio. Outras até acreditam que têm um carma, um destino ruim traçado por Elohim. Só um milagre poderia mudar o rumo de suas vidas. Mas Jabez orou! Amplia minhas tendas… Orar é entrar em contato com as possibilidades infinitas que há em Elohim. Foi Ieshua quem disse que tudo que pedirmos com fé, Elohim

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