Conectado-se com D-us

Conectado-se com D-us

Conectando se com D-us Conectando-se com D-us através do serviço do nosso coração “Ouve-me quando eu clamo, ó Elohim da minha justiça; na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração” (Sl 4:1). O típico crente em D-us, quer ele ou ela seja um judeu ou um cristão, pode falar com D-us em oração (tefillah – תְּפִלָּה) a qualquer hora do dia. Dentro do judaísmo, tal como acontece com outras religiões, um livro de orações formais foi projetado para cobrir possivelmente cada necessidade espiritual ou material. Esse livro é chamado o Siddur, um substantivo Hebraico derivado seder סדר, significado ordem. Tradicionalmente, no judaísmo, três serviços de oração são recitados diariamente: Shacharit, de shachar, significando “a luz da manhã”. Minchá as orações da tarde chamadas das ofertas de cereal no templo. Maariv, da palavra para “anoitecer”. No judaísmo, oração é considerada como o principal meio para estabelecer uma conexão com D-us. É descrito como Avodá Shebalev (serviço do coração). Esta atitude de serviço do coração sofrido por Kavanat haLev (direção / intenção do coração), uma devoção ao D-us que une o pensar e o falar. Em outras palavras, as orações não podem ser repetidas sem pensar. Devemos orar com devoção, intenção e direção. Um momento particularmente intenso de oração começa sábado à noite, como que nos preparar para Rosh Hashaná (Ano Novo) e Iom

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Como entender tanta guerra?

Como entender tanta guerra?

COMO ENTENDER TANTA GUERRA? CONFLITO ÁRABE-ISRAELENSE Tem por base a constituição do Estado de Israel nos territórios da antiga Palestina britânica e os movimentos de reação arábe, após um processo que inclui a migração organizada de judeus para a Palestina, a aquisição de terras, a instalação de empresas, colônias agrícolas e escolas e a organização militar dos imigrantes. A administração britânica na Palestina, recomposta após o fim da 2ª Guerra Mundial, adota uma política de dividir para reinar, apoiando ora os árabes, ora os judeus. Os dois lados adotam o terrorismo como forma de luta. Em 1947, a Assembléia Geral da ONU e a Agência Judaica aprovam a divisão da Palestina, mas os árabes a rechaçam. Um exército da Liga Árabe ocupa a Galiléia e ataca Jerusalém. Em maio de 1948 o Reino Unido renuncia ao mandato sobre a Palestina e retira suas tropas, deixando a região na anarquia. CRONOLOGIA DO CONFLITO De 1200aC até 135dC o território é habitado pelos judeus. Em 135dC, os judeus são espalhados no mundo pelos romanos, é a Diáspora. Nos séculos VII e VIII, a região é ocupada pelos árabes em seu processo de expansão (os palestinos). No início do século XX, os judeus começam a retornar em massa para a região. Iniciam pequenos conflitos entre judeus e árabes. Em 1947, a ONU faz a partilha para evitar conflitos. O território é

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O Eterno está no comando!

O Eterno está no comando!

O Eterno está no comando! “E sucedeu depois da morte de Moshe, servo do IHVH, que o IHVH falou a Iehoshua, filho de Num, servo de Moshe, dizendo: Moshe, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu disse a Moshe. Desde o deserto e do Líbano, até ao grande rio, o rio Eufrates, toda a terra dos heteus, e até o grande mar para o poente do sol, será o vosso termo. Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moshe, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria. Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moshe te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu

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Citações do Alcorão

Citações do Alcorão

Citações do Alcorão O Alcorão… Será que todos nós temos consciência do que é na realidade este livro que é considerado sagrado para os muçulmanos? Transcrevemos abaixo alguns versos do Alcorão contendo citações que certamente irão chocar a você nosso leitor. Que fique bem claro que o nosso objetivo não é incitar ninguém ao ódio contra os muçulmanos; porém devemos nos posicionar contra estes ensinamentos, haja visto que são diametralmente contrários à Palavra do Eterno e ainda inculcam nas pessoas que os lêem um ódio mortal contra Israel e consequentemente contra todos aqueles que amam ao Eterno, a Ieshua e à Sua Palavra. CITAÇÕES DO ALCORÃO: “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos” – Alcorão, Suratra 5,51. “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos” – Alcorão, Suratra 2,191. “Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os

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Festas Pagãs na Igreja

Festas Pagãs na Igreja

Festas Pagãs na Igreja Por que as “igrejas evangélicas” celebram hoje festas que são oroginalmente pagãs? O que aconteceu que levou o povo do Eterno a se desviar de uma forma tão drástica do caminho? Como tudo começou… Tudo começou muito cedo, ainda em Israel quando um “espírito das trevas” conseguiu entrar através de uma divisão do povo e então teve início uma fase de “desvios” que culminaram no cativeiro Assírio e depois no Babilônico, numa clara tentativa de “descaracterizar” o povo de Israel roubando-lhe assim suas raízes e sua emuná (confiança) no Eterno, e tudo isso através da desobediência de um rei em Israel. “E disse Jeroboão no seu coração: Agora tornará o reino à casa de Davi. Se este povo subir para fazer sacrifícios na casa do IHVH, em Jerusalém, o coração deste povo se tornará a seu IHVH, a Roboão, rei de Judá; e me matarão, e tornarão a Roboão, rei de Judá. Assim o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de ouro; e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito. E pôs um em Betel, e colocou o outro em Dã. E este feito se tornou em pecado; pois que o povo ia até Dã para adorar o bezerro. Também fez casa nos altos; e constituiu

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Cinzas

Cinzas

Cinzas DESHEN – As cinzas que trazem riquezas A Torah nos informa assim sobre o procedimento de “recolher as cinzas” no Tabernáculo: “E o sacerdote vestirá a sua veste de linho, e vestirá as calças de linho sobre a sua carne; e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao altar. Depois despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes; e levará a cinza para fora do arraial a um lugar limpo. O fogo sobre o altar se conservará aceso; não se apagará. O sacerdote acenderá lenha nele todos os dias pela manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e queimará a gordura das ofertas pacíficas” (Lv 6:10-12) A palavra Hebraica para “cinzas” é ‘Deshen’ que também significa “Riquezas, Abundancia” (Metzudot sobre Salmos 23:6 e em Provérbios 15:30) e Elevado (Likutey Moharan II, lic 80). Este procedimento nos parece algo sem qualquer importância para nossos dias e sem qualquer aplicação no século em que vivemos. Mas vamos considerar de mais perto esta passagem. Todos nós temos um problema muito humano: o entusiasmo inicial para alguma coisa logo se acaba em muitos casos. E isto não é uma coisa ruim quando se trata de coisas supérfluas; mas há uma solução para não nos deixar levar pelo desanimo, e continuar com o mesmo entusiasmo nos nossos projetos de

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A cidade do Rei

A cidade do Rei

Cidade do Rei Monte Tzion – a cidade do grande rei “Eis-me aqui, com os filhos que me deu o IHVH, como sinais e maravilhas em Israel da parte do Senhor dos Exércitos, que habita no monte de Sião” (Is 8:18). Monte Sião é uma colina fora das muralhas da cidade velha de Jerusalém. É na verdade mais velha do que a cidade velha: é a cidade original. A primeira vez que Tzion é mencionado nas escrituras hebraicas é em II Samuel 5:7, quando David capturou Jerusalém dos jebuseus. “David capturou a fortaleza de Sião – que é a cidade de David [Ir David]” (II Sm 5:7). Tzion originalmente apenas se refere a antiga fortaleza e chamava-se a cidade de David (II Cr 5:2). Depois que Salomão construiu o primeiro templo no monte Moriá, no entanto, Tzion veio para se referir ao templo e seus arredores e mais tarde, a cidade inteira de Jerusalém, que expandiu-se para cima e para o norte, além do local original de Monte Sião. Embora antigos comentários rabínicos descrevam a área de Monte Sião / cidade de David, como o centro da terra de Israel (Zamib I 5), hoje, a maioria árabes da aldeia de Silwan estende-se ao Monte Sião, tornando a área objeto de disputa ardente. A nascente que percorre-a: Silwan, Siloé e Shiloach O nome árabe Silwan vem do termo grego

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Chuva

Chuva

Chuva O que é a chuva? Essa parece uma pergunta muito óbvia, mas a Enciclopédia nos responde assim: “Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens sobre a superfície da Terra”. Dada esta definição poderíamos afirmar que as chuvas vêm das nuvens que estão nos céus. Porém vamos descobrir que essa é uma definição muito pobre e simplista, pois a chuva tem ligações com os céus, mas não somente com as nuvens! A chuva vem do Eterno Pela Escritura podemos afirmar que as chuvas vêm do Eterno e que é Ele quem controla aquilo que julgamos ser um “Fenômeno meteorológico” que se manifesta em conjunto com o “clima” e as condições geográficas de cada localidade. A dádiva da chuva está ligada a bondade do Eterno e a outros fatores que veremos mais adiante, mas por hora vamos entender a origem das chuvas. A escritura no diz: “Tu, ó Elohim, mandaste a chuva em abundância, confortaste a tua herança, quando estava cansada” Sl 68.9. “Ele descerá como a chuva sobre a erva ceifada, como os chuveiros que umedecem a terra” Sl 72.6. “O qual passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques” Sl 84.6. “Faz subir os vapores das extremidades da terra: faz os relâmpagos para a chuva: tira os ventos dos

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Casamento

Casamento

Casamento O homem no Gan Eden Mas, qual seria a função do homem neste lugar? O texto nos informa que: “E tomou o IHVH Elohim o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. “E ordenou o IHVH Elohim ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. E disse o IHVH Elohim: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o IHVH Elohim formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adam, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adam chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome” (Gn 2:15-19). O local onde o homem é posto – isso significa que ele (o homem) não foi criado ali – tem um nome: Éden. O jardim foi então criado antes do homem com uma finalidade: receber um novo ser que era a obra-prima da criação. Esta palavra – Éden – foi transliterada e significa “planície, estepe”. Ela está associada à palavra hebraica ´adan que significa “desfrutar, ter prazer em”. Esta palavra “Éden” também significa “roupas vistosas, jóias vistosas, coisas caras”. Aqui temos também a dimensão

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Carruagens de fogo?

Carruagens de fogo?

Carruagens de fogo? Todas as vezes que perguntamos: “Como Elias foi levado aos céus?” A resposta é sempre a mesma: “Numa carruagem de fogo!” Esta é uma “lenda” tão difundida em nosso país e no mundo que a partir dela surgiram músicas, peças teatrais e diversos outros “atrativos” baseados nesta mesma premissa. Os pregadores falam nos púlpitos e proclamam o “milagre” das carruagens que transportaram Elias até as moradas eternas! Mas como isso surgiu? Certamente foi um erro cometido por alguém que trabalhou na tradução das Escrituras e que ao colocar os “títulos” dos capítulos escreveu ali que “Elias é levado aos céus numa carruagem de fogo”. E isso perpetuou-se até o dia de hoje… Em primeiro lugar gostaríamos de ler o referido texto para verificarmos que isso se trata de um equívoco de LEITURA das Escrituras, pois no texto do livro de II Reis não encontramos isso! É impressionante que os pregadores, escritores e protagonistas das peças teatrais e outras atividades lêem o texto e dizem o contrário daquilo que está ali registrado! Eu pessoalmente já presenciei isso… Mas vamos ao texto: “Sucedeu que, quando o IHVH estava para elevar a Elias num redemoinho aos céus, Elias partiu de Gilgal com Eliseu. E disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o IHVH me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o IHVH, e vive a tua alma,

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