Teoria dos seis mil anos

Teoria dos seis mil anos

Teoria seis mil anos Os pais da igreja acreditavam que O Ungido iria voltar no fim de 6000 anos depois de Adão, para reinar por mil anos na terra. Que pensamento! Que possibilidade! Mesmo considerando este tempo proposto aproximado, podemos ainda ver hoje que as profecias estão se cumprindo aos nossos olhos. Eu quero levá-lo para trás na história antiga para ver que os pais da igreja do primeiro século, acreditavam que O Ungido retornaria no encerramento dos 6000 anos. Irineu Nascido em Esmirna, na Ásia Menor (Turquia), no ano 130, em uma família cristã, Irineu era grego e foi influenciado pela pregação de Policarpo, bispo de Esmirna. Anos depois, Irineu mudou-se para Gália (atual sul da França), para a cidade de Lyon, onde foi um presbítero em substituição do bispo que havia sido martirizado em 177. Irineu também recebeu influência de Justino. Ele foi uma ponte entre a teologia grega e a latina, a qual iniciou com um de seus contemporâneos, Tertuliano. Enquanto Justino era primariamente um apologista, Irineu contribuiu na refutação contra heresias e exposição do Cristianismo Apostólico. Sua obra maior se desenvolveu no campo da literatura polêmica contra o gnosticismo. Irineu “Por tantos dias, o mundo foi feito, em tantos milhares de anos se devem concluir… e se D’us fez e concluiu a sua obra no sexto dia..e no sétimo descansou, Assim também podemos ver

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Perdão

Perdão

Perdão Perdão – salah – “pronto a perdoar, disposto a perdoar, perdoador”. Na etimologia desta palavra entendemos que existem alguns fatores que são necessários para que o perdão possa acontecer: A transgressão. Não é possível se falar em “perdão” se não existir uma transgressão, que geralmente atinge: a própria pessoa, o próximo ou o Eterno. O arrependimento. Ele pressupõe que a pessoa que errou admite sua culpa e busca a redenção, que passa pelo perdão. A confissão. Esta é a parte mais difícil de ser operacionalizada, pois envolve as partes – ofensor e ofendido – e depende da humildade do ofensor confessar o erro e pedir ao ofendido seu perdão. Estas três variáveis são necessárias para que o perdão possa ser liberado e assim possa ha ver a libertação entre as partes e uma reconexão no reino do espírito entre o pecador e o Eterno! Esta palavra ocorre apenas seis vezes em nossas Bíblias nos seguintes textos: “Mas contigo está o perdão, para que sejas temido” Sl 130.4. “Ao IHVH, nosso Elohim, pertence a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele” Dn 9.9. “Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito o Santo, para sempre não obterá perdão, mas será réu do eterno juízo” Mc 3.29. “E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando a imersão de arrependimento, para o perdão dos pecados” Lc 3.3.

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O Altar

O Altar

O Altar O Altar é o intermediário entre o homem e D-us ou entre o homem e o diabo, pois assim como existe que exige conserto diante de D-us existe outro que funciona como oposto. Existe o Altar ao Senhor e outro aos demônios, Existe uma oferta ao Senhor e outra aos demônios, Existe o cálice do Senhor e o cálice aos demônios. “Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são porventura participantes do altar? Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Elohim. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do IHVH e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do IHVH e da mesa dos demônios” I Co.10:18-21. A Tua Oferta “Ao trazeres a tua oferta ao altar e aí lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e depois vem e apresenta tua oferta” (Mt 5:23-24). Logicamente o Senhor não está falando de uma dívida física, mas espiritual, referindo-se ao perdão, amor, misericórdia, compaixão, etc… O Potencial do Altar Não podemos ser participantes em coisas demoníacas, é

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Keter

Keter

Keter O que significa esta palavra? Em hebraico ela significa “coroa” e é impressionante que na Tanach apareça somente duas vezes e as duas aparições do termo estão no livro de Ester. Existem ainda dois outros termos que foram traduzidos como “coroa” que são: “nezer” significando “dedicação, coroa de consagração” e designa entre outras coisas um objeto – uma coroa – que “separa” uma pessoa comum para uma função específica; também “´atarâ” que significa “coroa, grinalda” e é usada para designar honra e autoridade. Vejamos quais os ensinamentos que estes dois versos nos transmitem: “E o rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens: e pôs a coroa real na sua cabeça, e a fez rainha em lugar de Vasti” Et 2.17. “Traga o vestido real de que o rei se costuma vestir, monte também o cavalo em que o rei costuma andar montado, e ponha-se-lhe a coroa real na sua cabeça” Et 6.8. Nos dois casos a palavra usada para “coroa” é “Keter”! Nestes dois casos esta palavra está relacionada com uma transferência de poder de uma pessoa para outra. No primeiro caso, Ester está sendo coroada no lugar de Vasti, então ela está recebendo poder no lugar de uma outra mulher que não quis submeter-se às ordens do rei.

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Maaser – Dízimo

Maaser – Dízimo

Maaser – Dízimo Dízimo O que é o dízimo? A resposta estaria na ponta da língua de qualquer pessoa que conhece pelo menos um pouco das Escrituras. A definição do dicionário é a seguinte: “Dízimo significa a décima parte de algo, paga voluntariamente ou através de taxa ou imposto, normalmente para ajudar organizações religiosas judaicas ou cristãs. Apesar de atualmente estar associada à religião, muitos reis na Antigüidade exigiam o dízimo de seus povos”. Bem, depois da definição vamos ver o que significa esta palavra na língua hebraica. A palavra “dízimo” vem do termo hebraico “maasser” com o mesmo significado. Em sua raiz temos o termo “issaron” que significa “décima parte”; também o termo “´eser” que significa “dez” e o termo “´asar” que significa “dar o dízimo, dar a décima parte”. Na raiz anterior temos desta palavra um termo muito interessante que é “´asa” e que significa “fazer, fabricar, realizar” e também “ma´aseh” que significa “feito, obra”. No Cristianismo existem duas correntes: uma que aceita o dízimo e outra que condena. Bem vamos falar primeiro sobre a corrente que condena o dízimo. Estes “teólogos” ou curiosos que julgam terem descoberto algo novo dizem que o dízimo tinha várias aplicações e deveria atender a algumas “exigências” para ser entregue. Vejamos o que eles dizem: “Dízimo na Torah ou melhor Bíblia nunca está relacionado a dinheiro. Nunca e Nunca. Dízimo

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Terceiro Templo já!

Terceiro Templo já!

Terceiro Templo já! “Se o Gaon de Vilna estiver correto, o Terceiro Templo está a caminho.” A manchete Haaretz em 30 de novembro de 2009 é mais intrigante: “Se o Gaon de Vilna estiver correto na sua afirmação, o Terceiro Templo está a caminho.” Isto criou uma grande celeuma do que fala a profecia. A reconstrução do Templo é uma das coisas que devem acontecer pouco antes do Anticristo entrar no templo, no meio da da 70ª. Semana de Daniel. O começo da história da manchete do Haaretz é a seguinte: 18-Se a autoridade rabínica do século dezoito Vilna Gaon tinha razão, em 16 de março de 2010, começará a construção do terceiro Templo. Sua projeção afirma que o auspicioso dia vai coincidir com a conclusão da terceira Sinagoga Hurva no bairro judeu de Jerusalém. O grande dia está perto: Em 15 de março, a reconstruída a sinagoga Hurva, considerada a mais importante casa de oração em Jerusalém será dedicada. Foi a última destruída na Guerra da Independência. A construção da sinagoga começou em 1701 e nunca foi acabada para ser destruída em 1721 pelos muçulmanos desde os judeus não podiam pagar os empréstimo e taxas contínua que lhes eram impostas. Hurva, que significa “ruínas” é como esta sinagoga, em seguida, recebeu o seu nome como esta se mantivesse em ruínas há mais de um século. Ela começou

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O maná de D-us

O maná de D-us

O maná de D-us A palavra “maná” vem do hebraico “man” e é um nome da seiva que um tipo de inseto chupa do tamarisco de maná no deserto do Sinai durante a estação chuvosa; esta seiva cai no chão em forma de esferas pequenas e muito doces. Em Êxodo 16.15 temos a explicação etimológica hebraica do nome, que expressa a surpresa do povo: MAN HÛ’ “O que é isto?” Conforme o verso 35, Israel se alimentou do maná durante 40 anos, o que expressa o reconhecimento do escritor da Torah de que foi o milagre da comida recebida que preservou Israel de perecer de fome. Nesta ocasião o povo estava no deserto (Midbar – “deserto”. O deserto na Tanach tem um aspecto triplo, pois descreve pastagens; descreve uma terra não habitada e também extensas áreas em que oásis e cidades existem aqui e ali. Figuradamente é descrito como um lugar onde o Eterno se revela, mas é também a habitação dos demônios, que ameaçavam os seres humanos com impureza, doença e morte. É ao mesmo tempo um lugar de separação de D-us. Se D-us se compraz em revelar sua glória no ermo, este continua sendo, em última análise, um lugar que é hostil à Ele, uma localidade maligna e demoníaca. A vitória do Eterno sobre seus inimigos e sobre os inimigos de seu povo é, portanto, uma

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Pilares do Islamismo

Pilares do Islamismo

Pilares do Islamismo OS CINCO PILARES (MENTIRAS) DO ISLAMISMO Allá é Deus A maior men­tira do Isla­mismo, a qual sustenta toda a falsi­dade sobre a qual se suporta, assegura que o nascedouro da revelação dada a Maomé é o Deus da Bíblia adorado por cristãos e ju­deus. De fato, Allá foi o nome pagão do deus-lua a quem foram erigidos templos no Oriente Médio. Quando Maomé nasceu, a estátua de Allá estava com outras 300 no santuário pagão de Kabah. Perpetuando a men­tira, o Isla­mismo chamou-se de “uma das três grandes religiões monoteís­tas”. De fato, isto é sim­plesmente uma refinada idolatria. O “profeta” mera­mente aboliu a adoração aos ou­tros deuses e elevou o deus-lua, também conhecido como “o senhor de Kabah” ao status de “único deus verda­deiro”. Para receber os não-muçulmanos, os muçulmanos recua­ram e disse­ram que o deus que adoravam (Allá) tem seu nome es­crito na Bíblia em árabe, chamando assim a atenção para este fato. Mas en­quanto o nome “Allá” significa “Deus” como nome próprio, ele não tem nenhuma rela­ção com o nome do D-us de Israel, o único que chama a si mesmo de IHVH. Escritos de um antigo muçulmano, agora um cristão “o espírito que chama a si mesmo de “Allá” é um espí­rito pleno de men­tira, que aceitou sobre si o velho nome árabe de Deus, usando-o sobre sua face como uma máscara

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Os primeiros crentes

Os primeiros crentes

Os primeiros crentes em Ieshua Aprenda a verdade de como os primeiros crentes seguiram Ieshua em Israel. “Aqui não há gentio ou judeu, circuncidado ou incircunciso, bárbaro, cita, escravo ou livre, mas o Messias é tudo e está em todos” (Cl 3:11). Hoje, a família de crentes em Ieshua caracteriza-se por divisões entre denominações e movimentos. Não tão dentro da assembléia dos primeiros crentes em Ieshua em Israel. O livro de Atos revela que os crentes originais estavam em total unidade entre eles, e adoravam no templo judeu, orando juntos e partilhando em comum o que eles tinham (At 1:14; 2:44). “E continuando diariamente unânimes no templo e partindo o pão de casa em casa, comiam sua carne com alegria e singeleza de coração” (At 2:46). Também, a expressão de sua fé era inteiramente em consonância com o judaísmo, pois não era a intenção do Messias para iniciar outra religião. Mas vemos na Brit Chadashah que divergências surgiram entre os crentes judeus após os gentios começaram a vir à fé. Disputa antecipada interrompe a unidade no rebanho Alguns dos primeiros crentes judeus sentiram que os crentes gentios devem submeter-se ao processo de conversão completo ritual e tornar-se totalmente judaicos. Claro, isso significaria que eles teriam que fazer um voto para guardar não só os mandamentos da Torah, mas também o direito tradicional, que é muito mais extenso do

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Os portões da Confiança

Os portões da Confiança

Os portões da Confiança Colocar nossa confiança em HaShem é um conceito chave na Torah. HaShem disse a Moshé: Eu apareci para Avraham, para Itzchak e Ia´aqov como El Shadai, mas meu nome “Adonai”, Eu não fui conhecido por eles. Isto significa que, até então, D’us era conhecido pelo povo judeu somente como El Shadai. D’us prometeu mais ainda não havia cumprido. HaShem não era ainda conhecido por eles pelo nome “Adonai”, que representa a característica da bondade divina, para cumprir Sua promessa. Assim, Rashi explica: Nós deveríamos perguntar: Por que HaShem tem duas formas (e portanto dois nomes), uma de promessa e outra de realização? Por que não deveria ser uma e a mesma característica, para cumprir o que foi prometido? Rav Yerucham Levovitz, o mashguiach de Mir, explica que esses dois processos, promessa e realização são separados um do outro porque algo que deve acontecer entre os dois para que a promessa seja efetuada. Este algo é a Emunah, a confiança. Quando as pessoas acreditam na promessa, quando colocam sua certeza nisso, só então a promessa será realizada. O verso em Yeshayahu (33:06) diz: “A fé do seu tempo será a força da sua salvação, sabedoria e conhecimento…”. A Guemará diz que este verso alude ao Shisha Sidrei Mishna. A palavra fé é uma alusão para o livro de Zera’im – a ordem das sementes. Esse

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