Festas Pagãs na Igreja

Festas Pagãs na Igreja

Festas Pagãs na Igreja Por que as “igrejas evangélicas” celebram hoje festas que são oroginalmente pagãs? O que aconteceu que levou o povo do Eterno a se desviar de uma forma tão drástica do caminho? Como tudo começou… Tudo começou muito cedo, ainda em Israel quando um “espírito das trevas” conseguiu entrar através de uma divisão do povo e então teve início uma fase de “desvios” que culminaram no cativeiro Assírio e depois no Babilônico, numa clara tentativa de “descaracterizar” o povo de Israel roubando-lhe assim suas raízes e sua emuná (confiança) no Eterno, e tudo isso através da desobediência de um rei em Israel. “E disse Jeroboão no seu coração: Agora tornará o reino à casa de Davi. Se este povo subir para fazer sacrifícios na casa do IHVH, em Jerusalém, o coração deste povo se tornará a seu IHVH, a Roboão, rei de Judá; e me matarão, e tornarão a Roboão, rei de Judá. Assim o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de ouro; e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito. E pôs um em Betel, e colocou o outro em Dã. E este feito se tornou em pecado; pois que o povo ia até Dã para adorar o bezerro. Também fez casa nos altos; e constituiu

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Cinzas

Cinzas

Cinzas DESHEN – As cinzas que trazem riquezas A Torah nos informa assim sobre o procedimento de “recolher as cinzas” no Tabernáculo: “E o sacerdote vestirá a sua veste de linho, e vestirá as calças de linho sobre a sua carne; e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto ao altar. Depois despirá as suas vestes, e vestirá outras vestes; e levará a cinza para fora do arraial a um lugar limpo. O fogo sobre o altar se conservará aceso; não se apagará. O sacerdote acenderá lenha nele todos os dias pela manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e queimará a gordura das ofertas pacíficas” (Lv 6:10-12) A palavra Hebraica para “cinzas” é ‘Deshen’ que também significa “Riquezas, Abundancia” (Metzudot sobre Salmos 23:6 e em Provérbios 15:30) e Elevado (Likutey Moharan II, lic 80). Este procedimento nos parece algo sem qualquer importância para nossos dias e sem qualquer aplicação no século em que vivemos. Mas vamos considerar de mais perto esta passagem. Todos nós temos um problema muito humano: o entusiasmo inicial para alguma coisa logo se acaba em muitos casos. E isto não é uma coisa ruim quando se trata de coisas supérfluas; mas há uma solução para não nos deixar levar pelo desanimo, e continuar com o mesmo entusiasmo nos nossos projetos de

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A cidade do Rei

A cidade do Rei

Cidade do Rei Monte Tzion – a cidade do grande rei “Eis-me aqui, com os filhos que me deu o IHVH, como sinais e maravilhas em Israel da parte do Senhor dos Exércitos, que habita no monte de Sião” (Is 8:18). Monte Sião é uma colina fora das muralhas da cidade velha de Jerusalém. É na verdade mais velha do que a cidade velha: é a cidade original. A primeira vez que Tzion é mencionado nas escrituras hebraicas é em II Samuel 5:7, quando David capturou Jerusalém dos jebuseus. “David capturou a fortaleza de Sião – que é a cidade de David [Ir David]” (II Sm 5:7). Tzion originalmente apenas se refere a antiga fortaleza e chamava-se a cidade de David (II Cr 5:2). Depois que Salomão construiu o primeiro templo no monte Moriá, no entanto, Tzion veio para se referir ao templo e seus arredores e mais tarde, a cidade inteira de Jerusalém, que expandiu-se para cima e para o norte, além do local original de Monte Sião. Embora antigos comentários rabínicos descrevam a área de Monte Sião / cidade de David, como o centro da terra de Israel (Zamib I 5), hoje, a maioria árabes da aldeia de Silwan estende-se ao Monte Sião, tornando a área objeto de disputa ardente. A nascente que percorre-a: Silwan, Siloé e Shiloach O nome árabe Silwan vem do termo grego

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Chuva

Chuva

Chuva O que é a chuva? Essa parece uma pergunta muito óbvia, mas a Enciclopédia nos responde assim: “Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens sobre a superfície da Terra”. Dada esta definição poderíamos afirmar que as chuvas vêm das nuvens que estão nos céus. Porém vamos descobrir que essa é uma definição muito pobre e simplista, pois a chuva tem ligações com os céus, mas não somente com as nuvens! A chuva vem do Eterno Pela Escritura podemos afirmar que as chuvas vêm do Eterno e que é Ele quem controla aquilo que julgamos ser um “Fenômeno meteorológico” que se manifesta em conjunto com o “clima” e as condições geográficas de cada localidade. A dádiva da chuva está ligada a bondade do Eterno e a outros fatores que veremos mais adiante, mas por hora vamos entender a origem das chuvas. A escritura no diz: “Tu, ó Elohim, mandaste a chuva em abundância, confortaste a tua herança, quando estava cansada” Sl 68.9. “Ele descerá como a chuva sobre a erva ceifada, como os chuveiros que umedecem a terra” Sl 72.6. “O qual passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques” Sl 84.6. “Faz subir os vapores das extremidades da terra: faz os relâmpagos para a chuva: tira os ventos dos

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Casamento

Casamento

Casamento O homem no Gan Eden Mas, qual seria a função do homem neste lugar? O texto nos informa que: “E tomou o IHVH Elohim o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. “E ordenou o IHVH Elohim ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. E disse o IHVH Elohim: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o IHVH Elohim formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adam, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adam chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome” (Gn 2:15-19). O local onde o homem é posto – isso significa que ele (o homem) não foi criado ali – tem um nome: Éden. O jardim foi então criado antes do homem com uma finalidade: receber um novo ser que era a obra-prima da criação. Esta palavra – Éden – foi transliterada e significa “planície, estepe”. Ela está associada à palavra hebraica ´adan que significa “desfrutar, ter prazer em”. Esta palavra “Éden” também significa “roupas vistosas, jóias vistosas, coisas caras”. Aqui temos também a dimensão

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Carruagens de fogo?

Carruagens de fogo?

Carruagens de fogo? Todas as vezes que perguntamos: “Como Elias foi levado aos céus?” A resposta é sempre a mesma: “Numa carruagem de fogo!” Esta é uma “lenda” tão difundida em nosso país e no mundo que a partir dela surgiram músicas, peças teatrais e diversos outros “atrativos” baseados nesta mesma premissa. Os pregadores falam nos púlpitos e proclamam o “milagre” das carruagens que transportaram Elias até as moradas eternas! Mas como isso surgiu? Certamente foi um erro cometido por alguém que trabalhou na tradução das Escrituras e que ao colocar os “títulos” dos capítulos escreveu ali que “Elias é levado aos céus numa carruagem de fogo”. E isso perpetuou-se até o dia de hoje… Em primeiro lugar gostaríamos de ler o referido texto para verificarmos que isso se trata de um equívoco de LEITURA das Escrituras, pois no texto do livro de II Reis não encontramos isso! É impressionante que os pregadores, escritores e protagonistas das peças teatrais e outras atividades lêem o texto e dizem o contrário daquilo que está ali registrado! Eu pessoalmente já presenciei isso… Mas vamos ao texto: “Sucedeu que, quando o IHVH estava para elevar a Elias num redemoinho aos céus, Elias partiu de Gilgal com Eliseu. E disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o IHVH me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o IHVH, e vive a tua alma,

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Canção das asas das águias

Canção das asas das águias

A Canção das asas da águia A palavra hebraica para “Águia” é nesher; nun, shin, reish. As duas letras finais de nesher podemos dizer shar, que significa “canção”. Mais do que qualquer outra palavra na canção de Ha’azinu, a palavra shar é a sílaba essencial de nesher. Existem dois tipos de música: música verbal (incluindo poesia) e melodia. Em Hebraico, “cântico”, que inclui poesia, é chamado shir, como representado pelas letras hebraicas shin e reish de nesher. A palavra hebraica para “melodia” é nigun, que começa com um nun, a primeira letra de nesher. Assim, nesher é um acrônimo para os dois tipos de música. Nossos sábios ensinam que quando a águia se aproxima de seu ninho ela bate suas asas para criar uma música, preparando gentilmente seus filhotes para sua chegada. Para despertar as almas do povo judeu e o mundo inteiro, cada pessoa com sua própria centelha de Mashiach deve possuir o poder da poesia e melodia inerente a águia. É interessante notarmos que as Escrituras nos falam sobre isso de uma forma muito incisiva na declaração de David que diz: “Bendize, ó minha alma, ao IHVH, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao IHVH, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. É ele que perdoa todas as tuas iniquidades, e sara todas as

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Brit Hadasha e a Torah

Brit Hadasha e a Torah

Brit Hadasha e a Torah A Brit Hadasha fala sobre a Torah A “lei” de IHVH, dado por ele desde a criação e mediada por anjos para todos os profetas, é a palavra hebraica Torah, que significa “ensino ou instrução”. A Brit Hadasha / restauração da aliança não nega a Torah A Torah é aumentada no coração da Brit Hadasha no Messias. “Eis, vêm os dias, declara IHVH, que eu vou fazer uma restauração da aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá: não segundo a aliança que fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão para trazê-los da terra do Egito… Mas esta será a aliança que farei com a casa de Israel… Colocarei Minha Torah em suas partes internas e escrevê-la-ei em seus corações; serei o seu Elohim, e eles serão o meu povo” (Jr 31:31-33).   “E quando eles ouviram, eles glorificavam o Senhor e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, e todos zelosos da Torah” (At 21:20). A Torah é perpétua em toda Brit Hadasha até o fim dos tempos. “Porque em verdade vos digo que, até que os céus e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da Torah sem que tudo seja cumprido” (Mt 5:18). O Messias espera que a Torah seja ensinada, não abolida.

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Bênçãos e maldições

Bênçãos e maldições

Bênçãos e Maldições Bênçãos no Lugar de Maldições Todos nós ouvimos a história – relatada na leitura da Torah desta semana – de como o Rei Balaq encarregou Bil´am de amaldiçoar os Filhos de Israel, e de como D’us transformou as maldições da boca do profeta em bênçãos. Lemos os versos saindo dos lábios de Bil´am, o que inclui adjetivos primorosos jamais ditos sobre o povo judeu. Linda história. Mas o Talmud pergunta: O que Bil´am queria dizer? Quais eram as suas maldições que foram transformadas em bênçãos? Bem, sigamos a lógica do Talmud. Se as maldições foram transformadas em bênçãos, então deveriam ser diametralmente opostas às bênçãos. Se quisermos saber o que Bil´am queria dizer, devemos examinar mais detidamente as palavras que ele realmente proferiu. Qual foi a bênção proferida por Bil´am? Que grandes reis surgirão em Israel, estabelecendo uma dinastia que durará por gerações e jamais será quebrada; que Israel será soberana na sua terra para sempre, a maior e mais poderosa na família das nações, a Presença Divina habitando em seu meio, liderando a humanidade em sua busca para conhecer e servir a seu Criador. Então, o que Bil´am queria dizer de fato? Exatamente o contrário, obviamente: que os reis de Israel cairiam, sua dinastia real seria interrompida, sua soberania teria um fim, a Presença Divina em seu Templo Sagrado partiria, seu poder terminaria, sua

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Bandeira da Europa

Bandeira da Europa

Bandeira da Europa A bandeira da Europa – um símbolo mariano Sob esse título foi-nos enviada a notí­cia que segue abaixo, sem maiores informações sobre a fonte. Nós a re­produzimos, porque nos parece importante que nossos muitos leitores estejam infor­mados a respeito. Mas eu gostaria de ob­servar expressamente que está longe de nós querer ferir leitores católico-romanos. Sabemos muito bem das palavras do anjo Gabriel a Maria: “…bendita tu entre as mulheres” (Lc 1.28, Ed. Rev. e Corr.). Conhecemos a declaração da ouvinte anônima de Ieshua: “Bem-aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram” (Lc 11.27). Estamos completamente informados como justa­mente a Maria coube a vocação singular de ser mãe de nosso Senhor. Mas da mesma maneira sabemos pela mesma Bíblia, que o Senhor Ieshua, quando sua mãe quis de boa vontade assumir o papel de intermediária, rejeitou-a decididamente com as palavras: “Mulher, que tenho eu contigo?” (Jo 2.4a). Além disso, sabemos que Paulo rejeita insistentemente qualquer função mediadora além do único mediador entre D-us e os homens, Ieshua o Ungido, com as palavras: “Porquanto há um só Elohim e um só Mediador entre D-us e os ho­mens, O Ungido Ieshua, homem” (I Tm 2.5). Com base nesse fato incontestável, é es­clarece­dor constatar (também justamente através da notícia seguinte), quais espíri­tos do abismo penetram na veneração anti-bí­blica de Maria, no reconhecimento do seu “papel de

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