A mensagem da Mezuza

A mensagem da Mezuza

A mensagem da Mezuza Você sabe qual é a mensagem da Mezuza? “E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas” (Dt 6:9). A Mezuzá é um sinal bem reconhecido, visível de um lar judeu. Ela é um recipiente retangular pequeno afixado ao lado direito da porta, no canto superior do umbral (altura do ombro), e contém uma mensagem poderosa. Assim como nossos corpos são o escudo exterior que abriga a verdadeira essência do que nós somos, por vezes ricamente decorados, pequenos contentores protegem o conteúdo interno, que são expressos através de um antigo costume judeu chamado “mezuza”. Dentro de cada Mezuzá há uma peça retangular de pergaminho chamado um ‘klaf’, que é feito de uma pele especialmente preparada de um animal biblicamente limpo (kosher). O klaf é escrito com letras hebraicas das Escrituras, são chaves encontradas na Santa palavra de D-us: Dt 6:4-9 e Dt 11:13-21. “Ouve, Israel, o IHVH nosso Elohim é o único IHVH. Amarás pois o IHVH teu Elohim de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Dt 6:4–7). O pequeno pergaminho é então enrolado com a escritura voltada para

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A Lei da Franja

A Lei da Franja

A Lei da Franja A Lei da Franja era uma convicção religiosa entre os judeus na época de Ieshua. Estava muito associada com o conceito do tzitzit. Este conceito começa com o mandamento em Números 15: 37 quando D-us disse para Moshe que ensinasse aos filhos de Israel que fizessem as franjas nas bordas dos artigos de vestuário deles. O propósito destas franjas que foram conectadas ao tallith ou manto de oração, era os fazer lembrar-se dos mandamentos do Senhor e cumpri-los diligentemente. Também era uma lembrança para que eles não buscassem os propósitos dos próprios corações e também aquilo que vissem, mas que fossem dirigidos pela palavra de D-us. As franjas e o manto de oração têm grande significado simbólico e numérico. A palavra tzitzit tem o valor numérico de 600. Há cinco laços e oito fios que somam 13. Então, o valor numérico do tzitzit, os laços, e os fios são de 613. Este é o número de leis positivas e negativas da Torah. O segredo que envolve os nós e os laços numericamente nos dizem “O Eterno é Um” ou o Shema. E a confecção atual das franjas ou o tzitzit que são o centro deste estudo é importante à segunda parte do mandamento que diz “não buscam após o seu próprio coração e seus próprios olhos“. A maior parte da educação que nós podemos

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A Guarda do sábado

A Guarda do sábado

A Guarda do sábado A Guarda do mandamento do sábado através dos séculos. Este artigo foi retirado da WEB por causa de sua historicidade; portanto estou mantendo-o intocado a fim de preservar as informações históricas transmitidas nele. Não vou comentar alguns pontos teológicos sobre os quais não concordo justamente para preservar o artigo em si. No mais é um artigo esclarecedor e que nos mostra como ocorreu a questão da mudança do shabat para o domingo. Vale a pena ler e aprender com estes irmãos. Daqui por diante segue o artigo: (Artigo postado por um irmão sincero da Congregação Cristã no Brasil uma das denominações evangélicas que mais se opõem a guarda do sábado Bíblico, Glórias ao Pai!) Muito evangélico ignorante, inclusive muitos da minha própria igreja, a Congregação Cristã no Brasil, (CCB) pensam que a guarda do mandamento do sábado foi “só para os judeus”. E mais, quando se fala na guarda do mandamento do sábado, existe outro grupo de evangélicos ignorantes que imediatamente relacionam a guarda do sábado com a Igreja Adventista do Sétimo Dia, esquecendo-se que, a nível mundial, existem centenas de denominações que guardam este mandamento, isso sem falar nas milhares de pessoas que são guardadoras do sábado mas que, ou estão em denominações que não guardam este mandamento, ou então estão nas suas casas, desligados de toda e qualquer denominação. Eu sou uma dessas pessoas, há mais de

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A disputa por Jerusalém

A disputa por Jerusalém

A disputa por Jerusalém Jerusalém sempre foi uma cidade muito disputada na antiguidade. Esta cidade sempre esteve envolvida nos destinos históricos e proféticos da humanidade. A partir dali o Eterno inicia um processo de redenção para a humanidade e no futuro, esta será a cidade onde reinará Ieshua. Sobre Jerusalém está escrito assim no Talmude Babilônico: “Dez medidas de beleza foram concedidas ao mundo; nove foram tomadas por Jerusalém, e uma pelo resto do mundo”. Jerusalém no passado Jerusalém, a capital de Israel, situa-se entre as colinas da Judéia, a meio caminho entre o Mar Mediterrâneo e o Jordão. A cidade de Jerusalém foi conquista pelo rei David aproximadamente no ano 1004 a C. Naquela ocasião ela era habitada pelos jebuseus e era reconhecidamente uma cidade inexpugnável! O Eterno deu à David a forma de conquistar esta cidade e fazer dela a capital da nação de Israel, “Trinta anos tinha David quando começou a reinar, e reinou quarenta anos. Em Hebrom reinou sete anos e seis meses sobre Judá, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá” II Sm 5:4,5. No decorrer de sua história ela foi várias vezes ameaçada em sua soberania nacional. Após a divisão do reino, ela continuou a ser o centro religioso nacional e era ali que se realizavam as celebrações bíblicas ao Senhor. Jerusalém passou por dois

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A destruição do Segundo Templo

A destruição do Segundo Templo

A destruição do Segundo Templo De acordo com o livro do Rabino Joseph Telushkin “Jewish Literacy“, no capítulo 67, Roma não invadiu Israel à força. Eles foram convidados a vir à Israel para dar assistência ao rei Hircano II em 63 a C. para ajudá-lo a manter o trono contra seu irmão Aristóbulo, que convocou alguns de seus seguidores para uma insurreição. Isto gerou uma guerra civil que trouxe grande preocupação a Hircano. Roma tinha acabado de anexar a Síria, então Hircano pode ajuda a Roma. Eles ficaram felizes em responder ao pedido, e isto torna Hircano pouco mais do que um fantoche. O resultado dessa ação fizera Roma ser capaz de colocar no poder quem quer que eles quisessem, tanto para reinar quanto para o sumo sacerdócio. Herodes, o Grande sucedeu Hircano em 37 a C. Ele foi colocado no poder por César e foi duas vezes expulso de Israel por não ajudar o povo. Herodes e César substituíram o sacerdote por alguém de sua escolha e que expressa a inimizade com Ieshua, que foi manifesta quando Ele disse: “Minha casa será chamada de casa de oração, mas vós a transformastes num covil de ladrões“, e também porque o sumo sacerdote estava tão ansioso para vê-lo ser executado. No ano de 66 os judeus revoltaram-se contra Roma e venceram uma batalha decisiva contra o grande exército romano.

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Shabat e a Ceia do Senhor

Shabat e a Ceia do Senhor

Shabat e a Ceia do Senhor Na última ceia de Ieshua com os seus discípulos, houve um momento em que o Mestre se revela a eles, falando-lhes sobre o fato de Êle ter de padecer na estaca de execução e por isso declara-lhes o Seu desejo para aquele momento: Êle lhes diz: “Desejei muito comer esta páscoa convosco, antes que padeça” (Lc 22.15). Ieshua na realidade estava dizendo aos discípulos que Êle ansiava por um momento de comunhão com os seus antes da sua morte, desejava partilhar de seu afeto, de seu amor, de sua companhia, pois logo após este momento Êle seria entregue na mão dos seus executores. Este é o lado bem “humano” de Ieshua… “Chegou, porém, o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Kefa e a Iochanan, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos. E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar. E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a páscoa com os meus discípulos? Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobilado; aí fazei preparativos. E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e

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Cem anos de sionismo

Cem anos de sionismo

100 Anos de Sionismo 1948 David Ben Gurion proclama em 14 de Maio a criação do Estado de Israel. Israel é imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos e pela URSS, seguidos por outros países. Começa em 15 de Maio a Guerra da Independência, quando os exércitos do Egito, Síria, Líbano e um contingente do Iraque invadem o novo Estado; Jerusalém é sitiada e uma nova estrada, apelidade de Estrada de Burma, é construída para contornar a estrada original; a Jordânia captura colônia judaicas em Gush Etzion, ao norte do Mar Morto, bem como o bairro Judeu da cidade velha de Jerusalém; em 15 meses de luta intermitente, todos os invasores são expulsos. Funda-se o Exército de Defesa de Israel, incorporando todas as organizações de defesa anteriores ao Estado. Um primeiro censo demográfico encontra uma população de 872.700 habitantes: 716.00 Judeus e 156.000 não-Judeus. A lira israelense substitui a libra inglesa como moeda oficial, com valor idêntico. Começa a imigração em massa da Europa pós guerra e dos países árabes. Nos anos 1948-52, a imigração levaria 687.000 pessoas a Israel, dobrando a população judaica ali radicada. Conde Bernadotte, o mediador nomeado pelas Nações Unidas, é assassinado em Jerusalém. Altalena, um navio da organização secreta de defesa Etzel, é afundado nas costas de Tel Aviv, pelo Exército de Defesa de Israel 1949 Eleições para o Primeiro Knesset (Parlamento); David Ben Gurion

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A caminho da redenção

A caminho da redenção

A caminho da redenção JERUSALÉM – Em um sufocante porão de uma rua estreita da Cidade Velha em Jerusalém, alfaiates usando textos antigos como modelo começaram a fazer uma curiosa linha de roupas que, eles esperam, serão usadas pelos religiosos no Templo Judeu reconstruído – o centro espiritual do judaísmo, destruído pela legiões romanas há dois milênios. O projeto, desenvolvido por um grupo de Jerusalém chamado o Instituto do Templo, é parte de uma ideologia que executa preparações práticas para a reconstrução do antigo Templo em uma área disputada, sagrada tanto para judeus como para muçulmanos. Judeus chamam o local de Monte do Templo e o veneram como seu local mais sagrado. O templo em si foi destruído e, nos últimos 1.300, anos abrigou o terceiro local mais sagrado para os muçulmanos, o Santuário Nobre, incluindo o domo dourado e a Mesquita Al-Aqsa. Esses interesses em choque ficam no centro do conflito entre Israel e Palestina, e tentativas anteriores de superar a situação culminaram com grande violência. O Instituto do Templo fez ornamentos religiosos, no passado, para exposição no pequeno museu que administra, mas aqueles foram costurados à mão e custaram cerca de US$ 10 mil cada. O instituto recentemente recebeu autorização de rabinos para começar a usar máquinas de costura pela primeira vez, baixando o custo e permitindo que produzam dúzias ou centenas de vestimentas, dependendo do número de

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O mês de Av

O mês de Av

O mês de Av Cada mês no calendário judaico carrega um “mazal” diferenciado e este pode influenciar nossa conduta e também cooperar para que possamos discernir aquilo que já está disponível no reino do espírito. Vejamos o que nos reserva o mês de Av: Segundo o Sêfer Yetzirá, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele. O mês hebraico de Av (ou Menachem-Av, o consolador de Av), é o quinto dos doze meses do calendário judaico. O nome Av literalmente significa “pai“. É derivado do radical que significa “querer” ou “desejar“. É o mês do “ponto baixo” do calendário judaico (o 9 de Av, o dia do pecado dos espiões e a destruição tanto do primeiro quanto do segundo Templos em Jerusalém) bem como o mês do “ponto alto” do calendário judaico (o 15 de Av – “não existe dia mais feliz para Israel que o 15 de Av e Iom Ha Kippurim” (Mishná Ta’anit 26) – o dia de encontrar a alma gêmea predestinada). Isso está de acordo com o ensinamento de Nossos Sábios de que “Mashiach nasce a 9 de Av”. Relativamente a todas as outras almas de Israel, a alma de Mashiach, que vem para redimir Israel de seu estado

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Quinquagésimo dia

Quinquagésimo dia

50° dia Quinquagésimo dia O que há de especial neste dia? Ou melhor, o que há de especial neste “número” (Cinquenta) para que as Escrituras o tratem de uma forma tão especial? Vejamos a seguir quais são as relações contidas nesta combinação de fatos que levam este dia – o quinquagésimo a ser tão especial. O número 50 na tradição judaica está ligado à grande Sabedoria Divina e aos portões do entendimento que se abrem para aqueles que a buscam. Um outro detalhe é que este número está ligado a letra “nun” que significa “peixe”. O primeiro fato que ocorreu após cinquenta dias foi Shavuot, conhecida também como a “Dádiva da Torah”, ou seja, o Eterno deu aos seus filhos os Dez Mandamentos. E é aqui que podemos dizer que literalmente se manifesta a sabedoria do Eterno, pois quando Ele dá ao povo de Israel a Torah está também dando a eles parte desta sabedoria que neste exato momento é trazida dos céus para a terra em forma de palavras. O Eterno dá a Israel neste instante “dez mandamentos” e este número – 10 – está ligado a “Keter” – Coroa. Então um dos propósitos do Eterno era dar aos seus filhos uma coroa de sabedoria e conhecimento, o que os levaria a alcançarem também a coroa da vitória – tanto espiritual quanto material. Isso aconteceu no deserto,

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