Números na Bíblia

Números na Bíblia

Números na Bíblia Como os números bíblicos desbloqueiam segredos das escrituras hebraicas “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Sl 90:12). Enquanto os números são banais para a maioria das pessoas, no Judaísmo têm uma personalidade e um sentido metafísico; eles ajudam a revelar as verdades universais da Torah (primeiros cinco livros da Bíblia), bem como os escritos dos discípulos dos profetas e de Ieshua. De fato, muitas pessoas notam quando eles estão lendo as escrituras que certos números aparecem com frequência, e sua aparição não parece coincidência. Enquanto é importante reconhecer que os números são significativos na Bíblia, devemos entender que eles não são mágicos. Justamente a interpretação das Escrituras requer a compreensão literal, bem como simbólica de numerologia bíblica. Ainda, este entendimento precisa ser combinado com procedimentos de interpretação do som e não deve ser utilizado como bruxaria ou adivinhação. Aqui está uma breve sinopse dos números de 1 a 7 na Bíblia, e como eles são vistos no judaísmo, por alguns estudiosos da Bíblia hoje e pelos primeiros crentes judeus. Echad (אֶחָד ou א / um, primeiro) “Há um só corpo e um só espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação” (Ef 4:4). Como um número, 1 é exclusivo no fato de que é o único número que pode ser multiplicado ou dividido por

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O dia do Senhor

O dia do Senhor

O Dia do Senhor Entre as diversas questões que temos hoje há uma que nos parece ser mais polêmica na restauração: a guarda do shabat ou do domingo. Qual é na verdade o dia de descanso determinado pelo Eterno em sua Palavra? Será possível encontrarmos as bases que nos permitam afirmar ser um ou outro? A única forma de descobrirmos a verdade sobre os fatos é recorrendo às Escrituras e quando necessário à história para fundamentarmos nossa argumentação. O que a Bíblia diz sobre isso Primeiro vamos abordar a Criação, pois nela há uma definição clara do que deve ser feito em relação a este dia em especial. A Torah nos diz assim: “E havendo Elohim acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Elohim o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Elohim criara e fizera” Gn 2.2-3. É notável que este dia que foi santificado se chama “shabat” – descanso. Este é então o dia em que o homem deve se separar para descansar imitando seu Criador e também para “recobrar” suas forças dos dias trabalhados. Então temos aqui um princípio que emana da Criação, estabelecido pelo Criador em sua soberania, e que não pode ser traspassado pelo homem, pois caso isso ocorra

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Jardim Bíblico

Jardim Bíblico

Jardim bíblico Eira A eira poderia ser construída por um muro baixo de pedras de forma circular ou também poderia ser uma área de terra batida próxima à casa do agricultor ou num local público. Os métodos de debulha poderiam ser três: o primeiro consistia simplesmente em malhar o cereal com um bastão para que o grão se soltasse da casca. Na ocasião em que o mensageiro do IHVH apareceu a Gideão ele estava justamente malhando o trigo (Jz 6.11). O segundo método consistia em fazer o animal pisar o cereal. Isso fazia com que os grão se soltassem da casca, podendo ser feita a seguir a separação entre os grãos e a palha. No terceiro, o trilho, que é uma prancha de madeira com dentes de pedra ou de ferro, é puxado sobre as espigas espalhadas pelo chão da eira por um boi ou jumento, a quem é permitido comer livremente (Mq 4.12, 13; Dt 25.4; I Co 9.9, 10). O trilho quebra os grãos, separando-o da palha (Is 41.15). Depois de trilhado, os grãos são peneirados, com a ajuda do tridente atirando-os para o ar (Jr 15.7). O vento sopra a palha e os grãos caem na eira. Esta separação pelo vento (que em hebraico é a mesma palavra para Espírito), é um símbolo do julgamento (Os 13.3; Lc 3.17). Numa terra onde as chuvas são

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Tatuagem: sim ou não?

Tatuagem: sim ou não?

Tatuagem: sim ou não? Ultimamente muito tem se falado sobre este tema que é tão antigo porém tão atual… Quais são os conceitos que estão por trás desta hoje tão difundida forma de marcar definitivamente a pele? Em primeiro lugar vejamos o que dizem as Escrituras sobre isso: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor” (Lv 19:28). Aqui o termo mais importante no texto para aquilo que desejamos analisar é a palavra “golpes”, que provém do termo hebraico “ketobet” e significa “marca na pele”. O verbo “katab” significa “escrever, registrar, alistar”. A ideia é de algo que é escrito de forma definitiva. Bem, então a tradução correta da primeira parte do versículo seria: “Pelos mortos não escrevereis (ou fazer-se uma incisão) sobre a vossa carne….”. Então isso muda completamente aquilo que conhecemos sobre essa prática, pois temos agora um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto. Este mesmo termo ocorre somente mais três vezes nas Escrituras: “E, havendo-o passado, escreverás nelas todas as palavras desta lei, para entrares na terra que te der o IHVH teu Elohim, terra que mana leite e mel, como te falou o IHVH Elohim de teus pais” (Dt 27:3) “E naquelas pedras escreverás todas as palavras desta lei, exprimindo-as nitidamente” (Dt 27:8). “Toma o rolo de um livro, e escreve nele todas as

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Os Livros Judaicos

Os Livros Judaicos

Os Livros Judaicos Apresentarei o significado breve e específico de vários livros como: Torah, Tanách, Talmúd, Midrásh, Mishnáh, Halacháh, Hagadáh, Guemará, Targúm, Kabaláh. Como seguidores do Rabi Ieshua ha Mashiach, todos os livros escritos acima, exceto a Torah e o Tanách, confrontamos com os ensinamentos do Mashiach, usando os Escritos Messiânicos (B’rit Chadasháh), pois são os escritos dos mestres e discípulos que viram e viveram com Rabi Ieshua ha Mashiach e neles encontramos a verdadeira interpretação da Torah Escrita, como Moshêh a recebeu de HaShem. Muito dos Escritos Messiânicos (B’rit Chadasháh) estão de acordo com os do Talmúd mas, nem todos. Torah, significa “instrução” e deriva do verbo “Iaráh” (instruir), “Ioráh” (ele instruiu), não significa “Lei” como mal se ensina. Também se chama Torah à Torah Shebijtav (Torah Escrita), e à Torah Sheba-al peh (Torah Oral). Na Torah se encontra uma cultura dada por HaShem. A Torah é a máxima sabedoria revelada ao homem. A Torah contém os cinco livros de Moshê: Be’reshít (Gênesis), Shemôt (Êxodo), Va’ikrá (Levítico), Be’midbár (Números) e Devarím (Deuteronômio). Também se chama Torah a Bíblia inteira, ou seja os cinco livros, os profetas e os escritos. Tanách O Tanách é a Bíblia, na realidade Tanách é uma sigla formada com termos hebraicos. O Tanach compreende três seções e se forma desta maneira: Torah – (Ensino/Instrução) Neviím – Profetas Ketuvím – Escritos Se tomou a primeira letra das três seções para formar a palabra Tanách (TaNaK). Na maioria dos casos a letra “K” ao final de uma palavra

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Iran

Iran

Iran Pérsia & Iran – Ontem e Hoje O Irão ou Irã é um país asiático do chamado Médio Oriente, que limita a norte com a Arménia, o Azerbaijão, o Turquemenistão e o Mar Cáspio, a leste com o Afeganistão e o Paquistão, a oeste com o Iraque a a Turquia, a sul com o Golfo de Omã e com o Golfo Pérsico. A sua capital é Teerão, a sua língua oficial o persa e a sua moeda é o rial. Conhecido até 1935 como Pérsia, passou então a ser conhecido como Iran (transliterado em Portugal como Irão e no Brasil como Irã), palavra que significa literalmente “terra dos arianos” (no sentido étnico do termo e não no seu sentido religioso, ligado ao arianismo). Em 1979, com a Revolução Islâmica promovida pelo aiatolá Khomeini, o país adoptou a sua actual designação oficial de República Islâmica do Irã(o). Os seus nacionais se chamam iranianos, embora o termo persas seja ainda utilizado. Durante a história, o território do país tem tido grande importância geográfica, visto a sua posição entre o Oriente Médio, Cáucaso, Ásia Central e o Golfo Pérsico, além da proximidade entre o Leste Europeu e o subcontinente Indiano. A Origem bíblica Temos na origem deste povo um casamento: Esav casa-se com Adah que é uma das filhas de Canaã: “Esaú tomou suas mulheres das filhas de Canaã; a

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Está consumado!

Está consumado!

Está consumado! Quais foram as últimas palavras que Ieshua disse quando estava na estaca de execução? As palavras foram: “Está consumado!” Mas o que está por trás destas palavras? Vamos entender aquilo que foi dito por Ele e o significado disso para nós hoje. O momento era para ser festivo, pois estamos falando sobre momentos que antecediam a Festa de Pessach, a Festa da libertação do povo de Israel do Egito. Mas o momento na realidade torna-se trágico, pois o Ungido do Eterno está suspenso numa estaca de execução como um marginal, um bandido qualquer sendo punido apenas por ser quem Ele é: o Ungido! Não havia crime ou acusação contra Ele e tudo o que Ele sofrera até aquele momento foi por causa da injustiça da humanidade. Mas, Ele suportou tudo isso com muita força e já nos últimos instantes de sua vida Ele declara: “Está consumado!” São palavras que em português não traduzem a verdadeira dimensão daquilo que Ele disse e nem daquilo que ocorreria por causa destas palavras. A palavra “consumado” vem do termo hebraico “nishlem” que em sua raiz significa “estar completo, sadio, pleno”. Na raiz desta palavra temos os termos: shalom que significa: “paz, prosperidade, bem, inteireza, segurança e saúde”; shelem, que significa “oferta pacífica”; shalam que significa “estabelecer uma aliança de paz” e finalmente shillem que significa “recompensa”. Bem, vamos então agora

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Padrões de números

Padrões de números

Padrões de números Surpreendentes padrões de números na Bíblia decodificados “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Sl 90:12). Em nosso estudo das Escrituras, nós podemos notar a frequência com que certos números ocorrem. Sua aparição não parece uma coincidência. Embora os números para a maior parte das pessoas são considerados mundanos, no judaísmo, os números estão relacionados com as verdades universais da Torah (cinco primeiros livros da Bíblia). Ainda assim, o padrão de números na Torah continua nos escritos dos profetas e a Restauração da aliança (Brit Hadasha). Em um artigo messiânico anterior, discutimos os números de 1 a 7, descrevendo o seu significado na Bíblia e no pensamento judaico. Vários de nossos leitores manifestaram interesse neste assunto, e nesse artigo, iremos analisar 8 ao 12. Por favor, note que embora alguns números na Bíblia têm grande significado e no judaísmo, são considerados como representando forças espirituais que moldam a realidade (Chabad), não devem ser tratados como tendo poderes mágicos. Não é intenção de D-us nos fornecer esses padrões numéricos. Para interpretar corretamente as escrituras, no entanto, temos de examinar o literal, bem como a parte simbólica, que inclui a guematria bíblica. Shemona שְׁמֹנֶה ou ח / 8 “Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal” (Pv 24:16). No último artigo sobre números, nós

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Na prisão

Na prisão

Na prisão… Dois homens presos. Presos por pregarem as boas novas de Ieshua, por libertarem cativos, por anunciarem que o tempo da salvação chegara. Presos. E na prisão, no cárcere mais profundo estavam eles, com grades a seu redor e também os pés presos a um tronco; literalmente trancafiados para não causarem problemas à cidade. Que situação! Uma prisão injusta, uma situação desagradável aos homens de D-us, mas eles não conseguiam deixar-se abalar pela situação! Mesmo numa cela fria e escura, onde deveriam sobrar dores, lamentos, reclamações, murmurações, escárnios, eles provavelmente comentam sobre as bênçãos de D-us e ao findar da noite eles começam a orar e cantar ao Senhor. Deveriam estar orando e agradecendo à D-us pela situação na qual se encontravam, louvavam à D-us pela cela, pelo frio, pelas grades, pelo tronco onde seus pés estavam presos. Mas as boas novas não estavam presas! Agora eles cantam hinos de louvor à Ieshua o Ungido, entoam de forma musical a gratidão que vai por seus corações… Incertezas, dúvidas, angústias, e todo o tipo de sentimentos negativos devem ter passado pelas mentes daqueles homens ali na prisão. Mas eles conheciam a Escritura que diz: “D-us habita no meio dos louvores de Seu povo“. Por isso eles louvavam, pois sabiam também que Ieshua havia dito: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estarei“. Sha´ul e Silas

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Trigo

Trigo

Trigo O que é o trigo? Vamos definir em primeiro lugar o que é para depois entrarmos em alguns aspectos bíblicos e judaicos acerca disso. O trigo é uma gramínea que é cultivada em todo mundo. Globalmente, é a segunda-maior cultura de cereais, a seguir ao milho; o terceiro é o arroz. O grão de trigo é um alimento básico usado para fazer farinha e, com esta, o pão<, na alimentação dos animais domésticos e como um ingrediente na fabricação de cerveja. O trigo é plantado também estritamente como uma forragem para animais domésticos, como o feno. Esta palavra vem do termo hebraico “hittâ” com o mesmo significado. O interessante é que em sua raiz temos os termos: “hanat” que significa “temperar, tornar temperado” e “hanutim” que significa “embalsamamento. O trigo é o elemento que traz “tempero” à humanidade e ele deve ser “embalsamado” – no sentido de ser “preservado” – pois somente assim a humanidade alcançará o favor do Eterno em sua busca pelo reino espiritual. O trigo é que fornece esta “matéria prima” para que a humanidade venha a ter um conhecimento do Eterno. O trigo transforma-se em farinha que evolui para tornar-se pão e o pão é o alimento essencial para a humanidade. A palavra é pão e Ieshua declarou ser o “pão da vida”. Desta forma percebemos que a finalidade do trigo é abençoar

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