Balbúrdia Teológica

Balbúrdia Teológica

Balbúrdia teológica Já não é de hoje que temos assistido a muitos exemplos de “abusos” e também de “falcatruas teológicas” que tem feito do povo do Eterno simplesmente uma “marionete” nas mãos de líderes que tem se aproveitado da inocência e da credibilidade das pessoas. Mas, quando e como tudo isso começou? Podemos afirmar que a nossa atual situação é fruto de uma série de “episódios” que culminaram na atual balbúrdia teológica que parece não ter fim! Esta balbúrdia tem sua origem no desvio ocasionado já após a morte dos últimos enviados de Ieshua; eles eram os “guardiões” da pureza das Escrituras e buscavam zelosamente fazer com que as pessoas que recebiam as boas novas acerca do Ungido fossem instruídas de forma muito clara e precisa acerca das origens de sua fé. Neste momento temos dois grupos que deveriam ser trabalhados de forma diferente: os judeus dispersos por todo o império romano e os gentios. Os judeus não precisavam “converter-se” mas somente completarem-se com o Ungido. Eles já tinham uma confiança no Eterno e conheciam bem Sua Palavra, por isso precisavam saber as boas novas acerca do Ungido para que sua fé pudesse ser completa. Sendo assim não deixariam o judaísmo mas o completariam com a mensagem recém-recebida. Já com os gentios isso seria diferente, pois precisavam de fato fazer “teshuvá” que é o retorno ao D-us verdadeiro

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Baal Shem Tov falou…

Baal Shem Tov falou…

Baal Shem Tov falou Sigalith nos conta que esteve no Centro de Kabbalah em Tel Aviv (subsolo na rua Bugrachov) e lá na parede, emoldurada, tinha uma relíquia, uma citação muito especial, a qual ela pediu, com muito respeito e veneração, para tirar uma cópia xerox. Baal Shem Tov falou: Uma pessoa totalmente pura e sem defeito nenhum, qualquer que seja, não pode enxergar maldade em nenhuma outra pessoa e nem pode ouvir sobre nenhuma maldade que possa ter feito outra pessoa. O Bendito D’us, jamais proporcionaria a ela ver o mal ou ouvir qualquer mal. Portanto, quando um ser humano (Adam), que se depara ou vê qualquer pessoa que faça o mal ou ainda que digam a ele sobre alguém que fez o mal, que saiba claramente, que ele mesmo contém algo desta mesma espécie, e mesmo que seja um Tsadik (“Justo”), de qualquer modo, ele próprio tem um pouquinho do pouco daquele mal. Foi o Bendito D’us que proporcionou ao Justo ver ou ouvir aquilo, para que prestasse atenção e procurasse reparar aquele mal e dessa forma voltasse à pessoa que fez o mal e a ajudasse a repará-lo, pois um depende do outro. Portanto nenhuma pessoa deve falar mal do seu próximo, mesmo que o tenha visto cometer uma transgressão ou que tenha ouvido de pessoa de confiança que foi cometida a transgressão. Ou seja,

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As sete maravilhas da história judaica

As sete maravilhas da história judaica

As sete maravilhas da história judaica Os sete marcos que desafiam os padrões históricos e cumprem profecias antigas. por Rabino Motty Berger e Rabino Asher Resnick Imagine um alienígena aterrissando neste planeta. No seu primeiro dia aqui, ele testemunha dois eventos: a abertura do Mar Vermelho e o nascimento de um bebê. O que você diria que é um milagre maior? A maioria dos alienígenas diria que o nascimento de um bebê parece ser um milagre maior do que a abertura das águas. No entanto, se nós lhe perguntássemos se o nascimento de uma criança é um milagre, você poderia não concordar. Por quê? Porque partos ocorrem todo o tempo – aproximadamente a cada sete segundos mais ou menos neste país. Quando algo acontece todo o tempo, nós o aceitamos como algo corriqueiro e pensamos que ele é natural. Mas quando nós observamos isto como um alienígena, nós podemos ver que milagre incrível ele é. Vamos examinar a história judaica por uma perspectiva similar, deixando de lado qualquer conhecimento prévio que nós temos. Os eventos que ocorreram com o nosso povo durante os últimos 3.000 anos parecem ser eventos comuns ou há algo excepcional e talvez milagroso que acontece aqui? Aliás, vamos fingir que nós nunca nem ouvimos falar do povo judeu. E vamos decidir: estes eventos são coincidências ou providências? O Rei Luís XIV certa vez teve

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Até quando perdoar?

Até quando perdoar?

Até quando perdoar? Perdão… o conceito é muito profundo porém a atitude do perdão é algo que por vezes falta em nossa vida, pois temos dificuldades em exercer esta atitude de liberação da vida de alguém que nos fez mal. Definindo o perdão Perdão é: “O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição”. Baseados nesta definição entendemos que o perdão é uma atitude que independe de sentimentos, ou seja, não importa se uma pessoa sente que deve perdoar, é necessário o ato de liberar palavras de perdão para a vida daquele que nos prejudicou. A tradição judaica nos traz algo muito interessante sobre o perdão: “…As instruções pareciam claras: perdoe pelo bem do perdão. Perdoe não porque há um motivo que você entenda (pois talvez você jamais entenda Meus caminhos) nem porque Eu mereço (pois os caminhos que Eu manifesto muitas vezes são terríveis e assustadores). Perdoe unicamente por amor, para que possamos novamente ficar juntos. Perdoe porque você, criado à Minha imagem, também é um perdoador. Eu criei você com essa capacidade para que sempre, não importa o que aconteça em sua vida, você e Eu possamos estar juntos, prontos para um novo começo. Não

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As sete espécies

As sete espécies

As sete espécies Sete espécies de frutas ajudam a saúde cardíaca “Porque o IHVH teu Elohim te mete numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, e de abismos, que saem dos vales e das montanhas; terra de trigo e cevada, e de vides, e figueiras, e romeiras; terra de oliveiras, abundante de azeite e mel” (Dt 8:7–8). Consumindo duas das sete espécies da Bíblia — uma metade de um copo de suco de romã e algumas tâmaras por dia — melhora a saúde cardíaca, revela um novo estudo de Haifa Technion-Israel Institute of Technology. (Tempos de Israel). Esta combinação simples pode proteger contra doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, o estudo, disse. A combinação de tão pouco como um copo de suco de romã e três tâmaras pode afastar a arteriosclerose, uma condição em que artérias tornam-se duras e entupidas com placa. Estas placas de depósitos gordurosos são perigosas porque eles podem se romper. Coágulos de sangue que se formam podem bloquear o sangue para o cérebro, levando a um derrame. As Sete espécies na Bíblia refletem a abundância da terra prometida ao povo judeu, por D-us, uma terra que mana leite e mel. O mel, no entanto, veio da tâmara e não das abelhas. Observando que a maior concentração de antioxidantes está realmente nas caixas de tamaras, o diretor do estudo, Professor Michael Aviram

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Assimilação não!

Assimilação não!

Assimilação não! Assimilação O que é “assimilação”? Esta palavra pode ser assim definida: Assimilação é um metaplasmo que consiste ou na aproximação ou na perfeita identidade; isso pode acontecer com indivíduos ou entre dois fonemas, como ocorreu, por exemplo, na evolução da palavra latina “persicum” (de Mela Persicum, literalmente “Maçã da Pérsia”) para o português “pêssego”. A assimilação é o grande perigo que correm judeus e crentes em todo o mundo. Ela costuma ser lenta e gradativa, mas quando começa mostra-se implacável em seu avanço e nos males que ela provoca. A assimilação é resultado de nossa “distância” ou “distanciamento” de nossas raízes e de nosso povo. Ela ocorreu nas épocas de cativeiros e em cada caso produziu um mal diferente. A tradição judaica nos diz: “O perigo para a vida judaica e a existência nos países livres, especialmente nos Estados Unidos, não é da exterminação física, D’us não o permita, por um outro Hitler ou Eichman, mas sim um perigo não menos destrutivo, o risco da assimilação. Exatamente porque não há antagonismo externo e discriminação contra os judeus, especialmente nas classes média e baixa (embora na classe alta, a tendência para a assimilação seja reprimida pelo preconceito), o perigo da assimilação de massa é bastante real. Além disso, fatores como a educação compulsória e social e as pressões econômicas de conformidade, etc., associadas à grande ignorância sobre

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As profecias de Joel

As profecias de Joel

As profecias de Joel As profecias de Joel, a restauração de Israel e o dia do IHVH O profeta Hebreu Io’el (יוֹאֵל, ou seja, El é D-us) fornece alguns dos detalhes mais excepcionais e explícitos sobre o dia do Senhor, um tempo de julgamento no futuro não muito distante que irá ser camuflado na escuridão com exércitos que conquistarão e consumirão como o fogo. Joel também nos diz que, no fim dos tempos, D-us irá orquestrar a completa redenção de Israel, descrevendo sinais celestiais envolvendo o sol, lua e os corpos celestiais. “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do IHVH. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do IHVH será salvo; porque no monte de Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como o IHVH tem dito, e nos restantes, que o IHVH chamar” (Jl 2:31-32). Muitos crentes hoje me perguntam se este eclipse solar e lunar será cumprido pela Tétrade de lua de sangue dos quais estamos atualmente no meio, o que significa que o dia do Senhor logo ali, ao virar da esquina. Joel: o homem e o profeta Embora o profeta Joel nos diga sobre os principais eventos do fim dos tempos que provavelmente nos preocupam hoje, ele é um personagem um tanto obscuro e misterioso. Enquanto Joel

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Cinco rabinos que aceitaram Ieshua

Cinco rabinos que aceitaram Ieshua

Cinco rabinos que aceitaram Ieshua e foram perseguidos por suas famílias e comunidades. “Imediatamente, algo como escamas caíram dos olhos de Sha´ul, e ele podia ver novamente. Ele se levantou e foi imerso” (At 9:18). Na comunidade judaica em todo o mundo, um equívoco generalizado persiste que diz nenhum dos judeus sábios e rabinos acreditavam que Ieshua é o Messias judeu. Esta falsa noção é uma das razões por que muitos judeus hoje não acreditoem nele. A objeção que Ieshua não pode ser o Messias Judeu é fundamentada desta forma: “Se de homens tão piedosos, respeitados, ensinaram as pessoas a não acreditar que Ieshua é o Messias, então quem sou eu — uma pessoa menos conhecedora sobre a Torah e a D-us do que eles — para acreditar nele?” A verdade, porém, é que, ao longo da história, tem mostrado a centenas de rabinos judeus ortodoxos, até mesmo os líderes de comunidades inteiras, que Ieshua é o Messias prometido de Israel e o mundo. Por sua fé em Ieshua, estavam no ostracismo de sua comunidade espiritual e perseguidos. E embora os rabinos neste artigo são falecidos, uma perseguição da tal sortes persiste na forma de sites antimissionário, cujo único objetivo é desacreditar seus depoimentos e classificá-los como apóstatas. Estes eram homens educados, mesmo as autoridades judaicas Halachichas (autoridades rabínicas de leis e regulamentos), vida e pensamento. Como podemos

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As doze passagens da Torah

As doze passagens da Torah

As Doze Passagens da Torah Eliézer Ben Iehuda …No entanto, até o final do século passado, hebraico teve uso restrito a rezas e orações. Dezoito anos antes do surgimento do Movimento Sionista, um lituano, chamado Eliezer Ben Iehuda, começou a trabalhar arduamente pelo Renascimento da língua hebraica, como Instrumento de comunicação para o uso quotidiano. Assim que chegou em Eretz Israel, começou a escrever artigos para o jornal hebraico, “Hachavatzélet”; e depois, passou a escrever ele mesmo um jornal. Adotou o hebraico como idioma oficial de sua casa e só conversava com seu filho, Itamar, nesta língua. Ben Iehuda foi julgado como louco por muitos. Porém, pouco a pouco, ele foi criando palavras que pudessem atender as necessidades do dia a dia e as publicava em seu jornal. Infelizmente, Eliézer Ben Iehuda faleceu antes de concretizar o seu maior sonho – escrever um dicionário da língua hebraica. Amiguinhos! O Rebe de Lubavitch selecionou doze trechos de toda a Torah especialmente para vocês decorarem e recitarem diariamente! Vejam só como o líder da nossa geração se preocupou em preparar essas passagens básicas da nossa tradição e incentivou cada criança judia a estudá-las. Que tal? As Doze Passagens da Torah Torah tsivá lanu Moshé morashá kehilat Yaacov. (Deuteronômio 23:4) A Torah que Moisés nos ordenou é uma herança para a congregação de Jacob. Cada judeu tem direito à Torah. Não

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As dez tribos perdidas

As dez tribos perdidas

As dez tribos perdidas As Dez Tribos foram exiladas durante a Era do Primeiro Templo – aproximadamente há 2500 anos, e estão separadas do restante do judaísmo desde então. Mas ao final, serão redimidas, e juntar-se-ão ao restante do judaísmo – na era de Mashiach. Este ensaio dirige-se às várias opiniões no Talmud a respeito do destino das Dez Tribos, e a grande dúvida: As Dez Tribos realmente voltarão? Vamos começar do início Mais de 1000 anos antes das Dez Tribos serem exiladas, o amado filho de Ia´aqov – Iosef, foi raptado pelos irmãos – e vendido como escravo. Finalmente, após muitos anos de separação, reuniu-se novamente com seu pai e irmãos. A Torah descreve como Iosef revelou sua identidade a seus irmãos: “Iosef não conseguiu se refrear… e ele chorou em alta voz” (Bereshit 45:1-2). Este fenômeno se repetiria em escala muito maior – com os filhos de Iosef juntamente com outras tribos. Iosef representa as Dez Tribos, pois a capital das Dez Tribos era Monte Efraim (Yirmiyáhu 31:5), e Efraim era filho de Iosef. Esta reunião será triste: “Com choro eles virão, e com misericórdia eu os levarei” (Yirmiyáhu 31:8). O profeta Yechezkel (37:19-22) fala sobre esta reunião: “Estou levando o bastão de Iosef, que está na mão de Efraim, e as tribos de Israel – seus amigos, e os colocarei no bastão de Yehudá, e

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